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quinta-feira, março 23, 2017

Arquivos diários: 17 de março de 2017

Panela de pressão esquecida no fogo causa princípio de incêndio em RO

Um princípio de incêndio foi provocado por uma panela de pressão que foi esquecida no fogo na última quinta-feira (16), em uma casa de Rolim de Moura (RO), a 520 quilômetros de Porto Velho. O Corpo de Bombeiros foi acionado por vizinhos e precisou arrombar a porta da frente para conter o fogo no interior da residência. Ninguém se feriu.

Conforme os Bombeiros, uma equipe de plantão foi enviada para combater um principio de incêndio no bairro Jatobá.
Quando a equipe chegou ao local, foi informada por vizinhos que o morador da casa tinha saído para trabalhar e havia esquecido uma panela de pressão no fogo, e devido a grande quantidade de fumaça saindo do interior da casa, o Corpo de Bombeiros foi acionado.
Como não havia ninguém na casa, os bombeiros quebraram o vidro da janela e arrombaram a porta para entrar no interior da residência e contiveram o fogo que estava começando a se espalhar pela cozinha. Após conter as chamas, a panela de pressão que estava bastante danificada foi arremessada no quintal, para evitar que as chamas reascendessem. Ninguém ficou ferido.
Fonte: G1

Pescador localiza corpo de homem boiando no Rio Machado em Cacoal

O corpo de um homem de 41 anos foi encontrado boiando nas águas do Rio Machado em Cacoal (RO), a 480 quilômetros de Porto Velho. A vítima foi localizada na tarde da última quinta-feira (16) por um pescador que acionou o Corpo de Bombeiros.
Um homem estava pescando no Rio Machado, quando avistou o corpo boiando nas águas. Ele acionou ma guarnição do Corpo de Bombeiros, que se deslocou até o local informado e retirou o corpo da água. Após o resgate, foi localizada, em um dos bolsos da bermuda da vítima, uma carteira de reservista indicando que ela era moradora de Pimenta Bueno (RO).
A Polícia Técnica foi acionada e constatou que, a princípio, o corpo não apresentava nenhuma lesão grave. Em seguida, o corpo foi liberado para a funerária de plantão. A ocorrência foi registrada na Delegacia de Polícia Civil, que deve investigar a morte.

Fonte: G1

Empresas “maquiavam” carne vencida e subornavam fiscais

Ao longo das investigações que culminaram na Operação Carne Fraca, deflagrada nesta sexta-feira (17) de manhã, a Polícia Federal (PF) descobriu que os frigoríficos envolvidos no esquema criminoso “maquiavam” carnes vencidas com ácido ascórbico e as reembalavam para conseguir vendê-las. As empresas, então, subornavam fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para que autorizassem a comercialização do produto sem a devida fiscalização. A carne imprópria para consumo era destinada tanto ao mercado interno quanto para exportação.

“Tudo isso nos mostra que o que interessa a esses grupos corporativos na área alimentícia é, realmente, um mercado independente da saúde pública, independente da coletividade, da quantidade de doenças e da quantidade de situações prejudiciais que isso [a prática criminosa] causa”, afirmou o delegado federal Maurício Moscardi Grillo. Ele concedeu entrevista coletiva no final da manhã, na sede da Polícia Federal em Curitiba, para detalhar a operação, ao lado do superintendente da PF, Rosalvo Ferreira Franco; do delegado federal Igor Romário de Paula; e do auditor da Receita Federal Roberto Leonel de Oliveira Lima.

Algumas das maiores empresas do ramo alimentício do país estão na mira da operação, entre as quais a JBS, dona de marcas como Big Frango e Seara, e a BRF, detentora das marcas Sadia e Perdigão. A Justiça Federal no Paraná (JFPR) determinou o bloqueio de R$ 1 bilhão das empresas investigadas, que também são alvo de parte dos mandados de prisão preventiva, condução coercitiva e busca e apreensão expedidos pela 14ª Vara Federal de Curitiba.

Moscardi disse, ainda, que parte do dinheiro pago aos agentes públicos abastecia o PMDB e o PP. A Polícia Federal disse que não identificou, no entanto, quais políticos foram beneficiados pelo esquema nem a ligação entre os funcionários do Ministério da Agricultura e esses partidos. “Não foi aprofundado porque o nosso foco era a saúde pública, a corrupção e a lavagem de dinheiro”, explicou o delegado.

Fonte: Terra

Desfile das escolas de samba de Porto Velho é adiado novamente

A Federação das Escolas de Samba das Unidades Carnavalescas (Fesec) de Porto Velhosolicitaram o adiamento do desfile para o dia 30 de abril. De acordo com o presidente da Fundação Cultural (Funcultural), Ocampo Fernandes, o pedido foi atendido e as escolas só entrarão na avenida no final de abril.
O presidente da Funcultural disse ainda que a decisão de adiar os desfile foi das escolas e não da instituição. “As escolas entraram com um pedido solicitando a transferência do desfile mais uma vez, e aceitamos. A festa é deles é nós estamos aqui para apoiar. A nova data é dia 30 de abril, e não mais dia 15”, explicou Ocampo.
Conforme o secretário, as escolas não desfilaram antes, pois possuem pendências com a prefeitura. “A Fesec não está em dia com o município, a pendência é a prestação de contas do desfile do ano passado. E essa situação impede a instituição de receber o recurso diretamente, por isso estamos realizando o chamamento público para repassar os 400 mil para as sete escolas de samba que desfilarão”, finalizou Ocampo.
Segundo o presidente da Fesec, Hudson Mamedes, o adiamento foi solicitado devido à espera da saída do recursos cedidos pela prefeitura. “Cumprindo todos os prazos legais o recursos só sairá dia 11 de abril, apenas quatro dias antes da primeira data do desfile e ficaria muito em cima para realizar a compra de tecidos e detalhes finais das fantasias. Por isso solicitamos o adiamento para o dia 30 do mesmo mês”, explicou Mamedes.
Sobre as pendências com a prefeitura do desfile de 2016, o presidente da Fesec informou que já apresentou a papelada para a prefeitura.

Fonte: G1

Homens são presos depois de troca de tiros com polícia em Ji-Paraná

Dois homens foram conduzidos à delegacia depois de uma troca de tiros com a polícia durante uma abordagem na noite de quinta-feira (16) em Ji-Paraná, cidade situada a cerca de 370 quilômetros de Porto Velho. Outros dois suspeitos, que teriam atirado contra a os policiais, conseguiram fugir para um matagal próximo.
Eles estavam em um carro e um caminhão na Linha Santa Rita. Um dos suspeitos disse que era proprietário do caminhão e que estaria levando de volta o veículo que foi, supostamente, furtado no dia anterior no Mato Grosso.
Segundo o registro policial, depois de receber uma denúncia de que quatro homens estariam no Km 5 da linha, policiais militares e civis se deslocaram até local. Ao chegarem, os policiais avistaram um caminhão e um carro de passeio parados. Quando os homens perceberam a presença dos policiais, um dos carros tentou fugir, mas foi abordado pela polícia. No caminhão estavam outros dois homens que, ao serem abordados, desembarcaram do veículo atirando contra a polícia. Os policiais revidaram os tiros, mas os dois conseguiram fugir para um matagal próximo e não foram mais localizados.
À polícia, os suspeitos disseram que iriam acompanhar o caminhão até a cidade de Rondolândia no estado do Mato Grosso. Um dos suspeitos afirmou ser o proprietário do caminhão e que o veículo teria sido furtado no MT na quarta-feira (15). O homem ainda afirmou que ele não havia registrado a ocorrência do furto, mas soube que o veículo estaria no bairro Dom Bosco em Ji-Paraná e decidiu buscá-lo.
Os suspeitos informaram à polícia o local onde, supostamente, teriam encontrado o caminhão. Segundo eles, não sabiam quem residia na casa. Eles afirmaram ter pego o caminhão e, enquanto o carro foi buscar o combustível, foram para linha Santa Rita, abasteceram o caminhão para seguirem viagem até o Mato Grosso, mas, antes disso, foram surpreendidos pelos policiais.
A polícia não encontrou nenhum registro de furto de nenhum dos veículos. Os dois suspeitos foram encaminhados à 2ª Delegacia de Polícia Civil para prestar esclarecimentos e o carro foi levado para o pátio da Ciretran, pois ninguém apresentou documentos que comprovasse a posse do veículo.

Fonte: G1

Vigilantes protestam por aumento de salário em Porto Velho

Cerca de 100 vigilantes realizaram uma manifestação, na manhã desta sexta-feira (17) por reajuste salarial e aumento no valor do tíquete alimentação de R$ 21,60 para R$ 24,00 em frente à empresa de transporte de valor Prosegur, em Porto Velho. O presidente do Sindicato dos Vigilantes de Rondônia (Sintesv), Paulo Tico, ameaçou a paralisação por tempo indeterminado, caso as reivindicações não sejam atendidas.
De acordo com Paulo Tico, a categoria vem tentando negociar desde o mês de janeiro.“A gente já vinha tentando negociar com eles e cobrando convenção coletiva de trabalho de 2017 e 2018, mas não avançou quase nada. Os patrões não querem dar reposição da inflação que é 4,69%. Então nós queremos o aumento do salário base e aumento no vale alimentação”, explica o Paulo.

Em resposta aos trabalhadores, o presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp), Francisco Fonseca, disse que ficou marcado para a próxima terça-feira (21) uma reunião com todos os empresários do setor para analisar as reivindicações e entrar em um acordo.
Fonte: rondoniagora

Odebrecht pagará R$ 30 milhões para encerrar maior ação por trabalho escravo da história brasileira

A Odebrecht pagará R$ 30 milhões para encerrar uma ação em que era acusada de submeter cerca de 400 trabalhadores a um esquema de tráfico de pessoas e condições análogas à escravidão em Angola.

A empresa e o Ministério Público do Trabalho (MPT) do Brasil fecharam na noite de quinta-feira um acordo em que a companhia se compromete a pagar a multa e cumprir as obrigações impostas em sua condenação na primeira instância, em 2015.
Trata-se da maior indenização em um processo por trabalho escravo da história da Justiça brasileira.

O processo se iniciou após a uma reportagem em que operários brasileiros diziam ter sofrido maus-tratos na construção da usina de açúcar Biocom, erguida pela Odebrecht em Malanje (Angola), entre 2011 e 2012.

Fotos e vídeos obtidos pela reportagem mostravam péssimas condições de higiene no alojamento e refeitório da obra. Segundo os operários, funcionários superiores retinham seus passaportes após o desembarque em Angola, e seguranças impediam que eles deixassem o alojamento. Muitos relataram ter adoecido – alguns gravemente – por causa das condições.
Em setembro de 2015, em sentença da 2ª Vara do Trabalho de Araraquara (SP), a Odebrecht foi condenada a pagar R$ 50 milhões por dano moral coletivo – valor agora reduzido para R$ 30 milhões.

A ação tinha como rés a Construtora Norberto Odebrecht e suas subsidiárias Odebrecht Serviços de Exportação e Odebrecht Agroindustiral. Segundo o MPT, as empresas concordaram em pagar 12 parcelas de R$ 2,5 milhões, que financiarão projetos e campanhas que beneficiem a sociedade.

O acordo foi firmado no Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região. A acusação contra a Odebrecht esteve a cargo do procurador Rafael de Araújo Gomes.

Em nota, o MPT diz ainda que a Odebrecht se comprometeu a deixar de submeter trabalhadores à condição análoga à de escravo, a não utilizar no exterior empregados brasileiros sem visto de trabalho e a não se valer de aliciadores para arregimentar mão de obra. A violação de cada item resultará em multas que variam de R$ 50 mil a R$ 100 mil por trabalhador.

A Odebrecht não se pronunciou sobre o acordo até a publicação desta reportagem. Durante a ação, a empresa afirmou que nunca “existiu qualquer cerceamento de liberdade de qualquer trabalhador nas obras de Biocom”, que as condições foram “adequadas às normas trabalhistas e de saúde e segurança vigentes em Angola e no Brasil” e que não tinha responsabilidade sobre a obra por ter participação minoritária na usina.

Más condições e doenças
Em nota divulgada após o acordo, o MPT afirma que “os operários envolvidos em montagens industriais trabalhavam em condições análogas às de escravo, particularmente no que se refere a instalações sanitárias, áreas de vivência, alimentação e água para beber”.

SEM CONTRATO – Prefeitura realiza demissão em massa de professores

O secretário de educação de Porto Velho, Zenildo de Souza Santos, homologou no Diário Oficial Municipal – DOM, a rescisão do contrato de 87 professores lotados nas escolas de ensino fundamental na capital.

A decisão saiu no DOM desta última quinta-feira (16) e pegou de surpresa muitos desses profissionais de educação que trabalham sob contrato emergencial de um ano em sua maioria lecionando educação física e matemática.

Os professores devem ser desligados ao final do mês de março.(Veja AQUI)

A gestão Hildon Chaves vem realizando uma série de ajustes no quadro funcional após os primeiros cem dias de gestão e já demitiu mais de 300 servidores de cargos em comissão.

Fonte: RONDONIAOVIVO

Aberta à comunidade, biblioteca do MP é espaço de fomento à leitura e estudos

Em 2016, a Seção de Biblioteca do Ministério Público de Rondônia, localizada no edifício-sede da Instituição, em Porto Velho, realizou 551 atendimentos à comunidade. Os usuários do serviço foram, na maioria, estudantes que utilizaram a estrutura do local para consultas e pesquisas.

Disponível ao público em geral, a biblioteca do Ministério Público conta, atualmente, com um acervo de 5.613 títulos, de todas ás áreas de conhecimento. O serviço funciona das 8h às 12h e das 14h às 18h, de segunda a sexta-feira, sendo um espaço atrativo para quem busca tranquilidade e comodidade para estudos e leitura.

Conforme explica a chefe da seção, a servidora Sandra de Fátima Virgínio, qualquer pessoa pode acessar os serviços da biblioteca do MP, pertencendo ou não aos quadros da Instituição. Os empréstimos de livros, entretanto, estão restritos a servidores e estagiários. Apesar disso, ela ressalta que qualquer publicação pode ser utilizada pela comunidade, desde que dentro das instalações da biblioteca. “Uma das linhas de atuação da seção tem sido a de incentivar a formação de novos leitores. Temos a preocupação de bem atender nossos usuários e sugerir livros ao nosso público”, diz.

O trabalho, conforme detalha a biblioteconomista, é intensificado junto a estudantes que integram o programa de estágio de nível médio do Ministério Público. Como resultado, no ano passado, dos 1.894 empréstimos realizados pela seção, 637 foram feitos por estagiários. “Buscamos contribuir com a preparação deles na leitura, visando ao desempenho no Enem”, diz.

A Seção de Biblioteca do MP está subordinada ao Departamento de Apoio Administrativo da Instituição, que é ligado, por sua vez, à Diretoria Administrativa e Secretaria-Geral.
Fonte: Ascom MP/RO

Prefeito se desculpa com servidores e reafirma fiscalização da frequência

Surpreendido com uma nota de repúdio assinada pelo presidente em exercício do Conselho Regional de Medicina (Cremero), Spencer Vaiciunas, em reação a uma entrevista à uma emissora de televisão, criticando o que chamou de sabotagem de alguns servidores na UPA da Zona Sul, o prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, se desculpou com os servidores que cumprem com seus horários e plantões com responsabilidade, mas reafirmou que vai intensificar a fiscalização das folhas de ponto, como são chamadas as anotações de frequência e assiduidade nos locais de trabalho.

Na entrevista que provocou a reação do Cremero, o prefeito se referiu como ‘sabotagem’ à constatação de que os vasos sanitários da UPA Sul foram entupidos com copos descartáveis e rolos de papel higiênico, para que a água, dejetos e detritos transbordassem. Na mesma entrevista, o prefeito pediu que os médicos ficassem mais atentos a seus horários de plantões e atendessem melhor à população.

Embora as declarações tenham sido pontuais com relação a situação verificada naquela unidade de saúde, a nota assinada pelo presidente em exercício do Cremero aborda o assunto de forma generalizada. “É claro que temos bons servidores médicos, enfermeiros, técnicos e pessoal de apoio. À essa maioria responsável, que cumpre seu papel com dignidade, pedimos nossas desculpas por eventual interpretação destoante da realidade”, desculpou-se.

O prefeito estranhou, entretanto, que as reações tenham ficado mais ostensivas depois que criou uma comissão de técnicos responsáveis pela fiscalização das folhas de frequência e de plantões dos servidores. “Vamos continuar fiscalizando e quem não estiver cumprindo sua obrigação vai responder. Temos cerca de 400 médicos na rede municipal, não há por que faltar profissionais em nossas unidades de saúde. O problema é que ao longo dos anos, o emprego na prefeitura foi sendo resumido a um mero ‘bico’ para alguns”, lamentou Hildon.

Um dos locais que mais registra ausência de médicos em seus plantões é a UPA da Zona Leste. Nesta quinta-feira (16), entretanto, quando o Cremero programou uma fiscalização surpresa, estavam os seis plantonistas trabalhando. O conselheiro Rodrigo Almeida, que fez a vistoria, constatou que o grande problema da unidade é a superlotação, embora haja outros de menor potencial.

Segundo Rodrigo Almeida, num plantão de 12 horas, cada médico chega a atender entre 70 a 80 pacientes, o dobro do recomendado pelo Ministério da Saúde. O número de profissionais por plantão na UPA, no entanto, está adequado à sua estrutura. São seis consultórios para seis plantonistas. A clientela é que tem crescido mês a mês. O último mês de janeiro, por exemplo, registrou um crescimento de dez mil procedimentos a mais do que janeiro do ano passado.
O secretário municipal da Saúde, Alexandre Porto disse que num prazo de aproximadamente trinta dias a UPA da Zona Sul estará com o atendimento normalizado com relação a disponibilidade de profissionais, de medicamentos e materiais de consumo.

Fonte: rondoniagora

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