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Brasil

Aviões da Gol terão mais assentos e menos espaço entre passageiros

Redação

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A companhia Gol Linhas Aéreas anunciou que vai aumentar em 5% o número de assentos de suas aeronaves nos voos comerciais, passando dos atuais 177 para 186. O espaço entre as poltronas de 86,3 centímetros será mantido nas fileiras da frente para a categoria Gol+ Conforto e a classe Gol Premium em voos internacionais. Não há informações sobre o espaço na poltrona regular, que tem distância de 31 polegadas (78,7cm) nos aviões atuais.
Segundo a companhia, a mudança ajudará a reduzir os custos operacionais da empresa e estará concluída até julho de 2018 com a nova frota de aeronaves 737 MAX-8 e Boeing 737-800 Next Generation (NG).
O aumento de assentos nos voos da Gol vai na contramão da decisão tomada pela empresa em 2014. Na época, a Gol reduziu o número de assentos por aeronaves e anunciou um espaço maior (de 30 para 31 polegadas) entre os assentos para todos os passageiros em 80% de sua frota de aeronaves. A Gol estava reduzindo oferta naquele ano, com diminuição de frota, de voos e até do número de assentos nos aviões.
A Gol costuma ressaltar em declarações à imprensa, em seu site e em suas peças de marketing que tem o maior espaço entre as poltrona. Em peças para mídia impressa e digital, a Gol provoca a Latam sobre esse assunto. O caso chegou ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) em 2016, que foi favorável à Gol.
Frota padronizada
A empresa também informou que receberá as novas aeronaves 737 MAX-8s, com autonomia de voos de longa duração, no segundo semestre de 2018. Elas também estão configuradas com 186 assentos e espaços Gol+Conforto, além de classe GOL Premium nos voos internacionais.
De acordo com a Gol, sua frota única e padronizada de aeronaves Boeing 737, sendo 93 do modelo 800 NG e 28 do modelo 700, é “fundamental para operar no modelo de baixo custo”.
Fonte: G1

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Mariana Carvalho cumpre agenda em São Paulo com João Doria

Redação

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Vice – presidente do PSDB Nacional e segunda secretária da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, a tucana Mariana Carvalho cumpriu agenda neste fim de semana em diferentes regiões do País.

No sábado, a parlamentar foi palestrante em Campo Grande da primeira edição do fórum “Novos Caminhos para a Juventude” com lideranças de todo o estado do Mato Grosso do Sul.  Ela foi recepcionada pela vice-governadora Rose Modesto, e pelo secretário de Estado de Administração e Desburocratização, Carlos Alberto de Assis.

“Foi gratificante essa oportunidade para debatermos as diretrizes e metas da juventude tucana para os próximos anos”, declarou a peessedebista que recebeu do vereador de Campo Grande, André Salineiro, um exemplar do livro “Gestão estratégica em Segurança Pública”.

Domingo, a congressista visitou São Paulo a convite do prefeito João Doria. Ao lado do chefe do executivo da maior cidade do Brasil, do secretário adjunto das Prefeituras Regionais, Fabio Lepique, e do Prefeito regional de Pinheiros, Paulo Mathias, participou do lançamento  do Projeto Viva o Brasil.

O objetivo da iniciativa é motivar o espírito cívico da população com a instalação de bandeiras do Brasil em pontos estratégicos da cidade. “Foi uma honra e uma felicidade enorme estar com amigos queridos e comprovar o excelente trabalho que estão realizando na Prefeitura de São Paulo”, afirmou  Mariana.

Na avaliação da deputada, o empreendedorismo do prefeito paulistano, confirma que renovação, comprometimento com a população e boa gestão dos recursos públicos são a fórmula para o Brasil voltar a crescer dignamente. “Fico muito honrada em ter um correligionário como o João Doria que está realizando uma excelente administração”.

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Governo reduz PIS/Cofins sobre o etanol e tarifa diminui oito centavos por litro

Redação

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O governo reduziu a tributação do Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre o etanol. A redução foi de R$ 0,08 por litro no etanol vendido pelo distribuidor.

Na semana passada, quando anunciou o aumento do PIS/Cofins sobre os combustíveis, o governo estipulou o preço de R$ 0,1964. Em decreto publicado hoje (28), em edição extra do Diário Oficial, o valor foi reduzido para R$ 0,1109.

Além da reclamação do setor sucroalcooleiro, que temia perda de competitividade do etanol frente a gasolina, a Receita Federal confirmou que o aumento da semana passada foi acima do permitido. Segundo a Receita, a lei define que a carga da PIS/Cofins sobre o etanol não pode ser maior que 9,25% do preço médio ao consumidor nos últimos 12 meses.

Com base na previsão de arrecadação divulgada anteriormente, os cofres do governo, com a nova tributação, devem deixar de receber R$ 501,62 milhões.

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Brasil

Governo consegue derrubar liminar que suspendia o aumento da gasolina

Redação

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O desembargador Hilton Queiroz, presidente do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1), derrubou nesta quarta-feira (26) a decisão judicial que havia suspendido o aumento no preço dos combustíveis.

Com a decisão do desembargador, volta a valer o decreto do presidente Michel Temer que elevou a alíquota de PIS/Cofins sobre a gasolina, o diesel e o etanol.

Hilton Queiroz atendeu a recurso da Advocacia Geral da União (AGU), que representa o governo federal no Judiciário.

O órgão argumentou que, sem o aumento do imposto, o governo perderia R$ 78 milhões por dia, prejudicando o equilíbrio nas contas públicas e a retomada do crescimento econômico.

“Trata-se de medida imprescindível para que seja viabilizada a arrecadação de aproximadamente R$ 10,4 bilhões de reais entre os meses de julho a dezembro de 2017”, argumentou a AGU no recurso, acrescentando que a verba é importante para cumprir a meta fiscal deste ano, que prevê déficit (despesas maiores que as receitas) de R$ 139 bilhões.

O decreto de Temer

O decreto sobre os combustíveis foi assinado pelo presidente Michel Temer na semana passada.

Com a decisão, a tributação sobre a gasolina subiu R$ 0,41 por litro; a tributação sobre o diesel, R$ 0,21 por litro; e o imposto sobre o etanol, R$ 0,20 por litro.

De acordo com a equipe econômica, o aumento da tributação sobre os combustíveis irá gerar, durante o restante do ano de 2017, receita adicional de R$ 10,4 bilhões para o governo.

Suspensão da medida

Nesta terça, o juiz substituto Renato Borelli, da 20ª Vara Federal de Brasília (primeira instância), determinou a suspensão do decreto do governo, sob o argumento de que o reajuste nos impostos deveria ter sido proposta ao Congresso, para entrar em vigor somente 90 dias após aprovação.

No recurso, a AGU alegou que a lei que regula os impostos prevê o reajuste das alíquotas do PIS/Confins por decreto.

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