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Convivência harmônica entre poderes elimina distâncias, diz Confúcio Moura na abertura do ano judiciário em Porto Velho

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A convivência harmônica entre os poderes tem resultado em ações que favorecem o estado, disse o governador Confúcio Moura ao participar da cerimônia de abertura do ano judiciário, na sede do Tribunal de Justiça. Como exemplos de práticas compartilhadas ele apontou gestão do Instituto de Previdência do Servidor (Iperon), que é gerido por um conselho de representantes, e a cooperação na área tecnológica.

Recepcionado pelo desembargador Walter Waltemberg Júnior, presidente do Tribunal de Justiça, Confúcio participou, na segunda-feira (05), da cerimônia que marca o iníciodos trabalhos do Judiciário, uma prática que evidencia a contribuição harmoniosa e independente que parte do Executivo e Legislativo para o aperfeiçoamento da justiça.

O relacionamento com os poderes, conforme Confúcio, é costume que adquiriu quando foi prefeito do município de Ariquemes e precisou de apoio para administrar com poucos recursos. “Esta convivência elimina distâncias”, disse ele no ato em que estavam magistrados do primeiro e segundo grau e outros convidados.

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Como resultado do relacionamento, que respeita a independência entre os poderes, Confúcio destacou que o Iperon, não tem mais a presidência escolhida pelo governador, mas é resultado de escolha de representantes de todos os poderes constituídos. “É desta forma que evitamos a politização, o gasto desnecessário de recursos e ainda o equilibramos as contas”, argumentou.

Em outra parte do pronunciamento que fez, o governador fez referências ao papel colaborativo existente com o Judiciário na área de tecnologia. Ele finalizou destacando que o Judiciário de Rondônia é respeitado pelo produz e poder de ação com criatividade nas circunstâncias”.

O fruto da cooperação entre os poderes também foi mencionado pelo desembargador Walter Waltemberg, para quem os avanços na área tecnológica trarão economia para o Judiciário, além de melhor utilização dos recursos humanos.

Ao fazer um balanço das atividades em 2017, Waltemberg afirmou que o volume de processos julgados foi superior aos que foram recebidos e que isto reflete no avanço sobre demandas de anos anteriores.

O presidente do Tribunal de Justiça também disse que a tecnologia permite que sejam reduzidos os investimentos em prédios, uma vez que muitas providências relacionadas à justiça podem ser tomadas a partir de um telefone celular. Segundo ele, o próximo passo é a adoção do modelo “home office”, em que o servidor não precisa estar necessariamente no ambiente formal de trabalho para executar suas tarefas.

Centranet
por Secom Governo
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