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A maioria das pessoas tem aquele que se ela não fosse ela, gostaria de ser ele. Eu tenho o meu. Se eu não fosse eu, mas pudesse ser qualquer outro, queria ter sido Vinícius de Moraes.

Marcus Vinicius da Cruz de Mello Moraes, foi desses brasileiros nada ordinário. Vinicius foi extraordinário. Ao fazer poesia, havia música; na sua musica, pura poesia. Vinicius e as palavras… era mágica.

Há 35 anos o dia 9 de julho nasceu pra receber Vinicius numa eternidade para onde só vão os grandes que nem fazem caso dela. Vinicius talvez não se quisesse vivendo além da própria vida, seu tempo era o “quando” de cada um dos seus “agora”, de quem amava e vivia o durante, fosse toda hora a sua hora.

Vinicius vive para sempre na alma amante, errante, imprudente, com um jeitinho indecente de amar e re-amar todo amor de gente…

Vinicius não se preocupava em ser feliz, pra ele bastava deixar de ser triste depois da poesia e amar depois da tristeza. E em Vinicius a gente aprende que “a vida não é brincadeira, amigo; a vida é a arte do encontro. Embora haja tanto desencontro nessa vida.”

Vinicius foi, mas continua. Continua ensinando “a sorrir, a cantar, a pedir a beleza de amar como o sol, como a flor, como a luz. Amar sem mentir é nem sofrer”.

E a gente fica aqui, aprendendo com a esperança da tristeza. Por que “a tristeza tem sempre uma esperança de um dia não ser mais triste não”.

Vinicius deixa mais fácil…

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