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Inspeção em frigoríficos de Rolim de Moura confirma qualidade da carne de Rondônia

Responsável por 53% das exportações, a carne bovina rondoniense está passando por uma inspeção minuciosa nos frigoríficos antes da comercialização nos mercados consumidores interno e externo. Técnicos de órgãos do governo estadual e do Ministério da Agricultura estão fiscalizando os procedimentos adotados em 11 unidades aptas à exportação, todas elas com o Selo de Inspeção Federal (SIF).  A cadeia produtiva da carne emprega 15 mil pessoas diretamente em Rondônia.

A vistoria nas plantas frigoríficas tem o objetivo de apurar in loco os procedimentos adotados nos estabelecimentos no que diz respeito ao abate e carregamento da carne resfriada. Os olhares dos técnicos estão atentos ao cumprimento das exigências sanitárias e de higiene estabelecidas pelos órgãos competentes.

Na primeira inspeção ocorrida nessa quinta-feira (6), em Rolim de Moura, os técnicos gostaram do resultado final da revista às instalações frigoríficas, desde o desembarque do boi vivo ao carregamento da carne embalada. Nesta sexta-feira (7), a força-tarefa segue inspecionando em Vilhena.

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As normas estão sendo cumpridas à risca nesta planta frigorífica. Isso quer dizer que a carne tem excelente procedência, atestou o superintendente federal de Agricultura em Rondônia, Valterlins Calaça.

“O que certificamos aqui é que o trato com a carne está dentro dos padrões exigidos. Esta varredura que estamos fazendo nos frigoríficos é oportuna em razão do potencial produtivo rondoniense”, avaliou o secretário estadual de Agricultura, Evandro Padovani, que nesta força-tarefa conta com a participação de técnicos da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron).

“Os cuidados com a carne começam lá no campo, com o produtor obedecendo às regras de sanidade e orientações dos técnicos da Idaron”, entende Alex Guaitolini, membro da Federação da Agricultura e Pecuária de Rondônia (Faperon).

O Chile, um dos países mais exigentes na importação de carne bovina rondoniense, é o principal mercado estrangeiro do frigorífico inspecionado em Rolim de Moura. A empresa que emprega 750 pessias e abate diariamente 750 animais, mantém relações comerciais com Dubai, Argélia, Rússia e Cingapura.

A inspeção foi acompanhada pela imprensa local e por representantes de instituições ligadas à cadeia produtiva da carne, como pecuaristas, membros da Faperon, do Sindicato Rural de Cacoal e da Federação da Indústria de Rondônia (Fiero).

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