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Um malote com R$ 23 mil foi roubado por um homem armado, na última segunda-feira (20), na Avenida Tancredo Neves, região central de Ariquemes (RO), na região do Vale do Jamari. De acordo com a Polícia Militar (PM), a quantia subtraída pertencia a um posto de combustível e foi roubado no momento em que um funcionário da empresa iria depositar o valor em uma agência bancária. A Polícia Civil investiga o caso com o auxílio de imagens das câmeras de segurança da prefeitura.

Conforme o boletim de ocorrência, o funcionário do estabelecimento, de 33 anos, relatou à polícia que trafegava na Avenida Tancredo Neves em uma motocicleta, quando foi abordado por um homem em uma motoneta, o qual estava armado com uma garrucha.

Posteriormente, diante de diversas ameaças, a vítima informou que foi empurrado pelo suspeito e, em seguida, o homem subtraiu a mochila onde estava o malote com os R$ 23 mil, sendo R$ 12 mil em dinheiro e R$ 11 mil em cheques. O suspeito ainda levou todos os documentos pessoais da vítima e fugiu da localidade.

A PM realizou diversas buscas pelas proximidades, mas o suspeito de ter efetuado o roubo não foi localizado. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil de Ariquemes, onde o departamento de repressão aos crimes contra o patrimônio investiga o roubo.

Ao G1, o delegado regional Rodrigo Duarte explica que a Polícia Civil usará as imagens captadas pelas câmeras da prefeitura presentes na avenida onde ocorreu o roubo para auxiliar nas investigações do caso.

“A investigação se inicia em via de regra com a oitiva da vítima do crime e por diligências realizadas pelo núcleo de inteligências para apurar a existências de testemunhas. Neste caso, sabemos algumas câmeras flagraram a ação criminosa e as imagens serão analisadas no processo de investigação”, comenta.

Segundo Rodrigo Duarte, a vítima será levada até a delegacia, onde será submetida a alguns procedimentos que são mantidos em sigilo pelo órgão de segurança para tentar descobrir o autor do crime. O delegado ainda ressaltou sobre o transporte de grandes quantias de dinheiro em espécie pelas ruas do município.

“Não é muito conveniente se transportar ou andar com uma grande quantia de dinheiro em espécie, pois em um assalto a pessoa pode perder toda a renda familiar ou a produção dela quando trabalha em uma empresa. O recomendável é que não se ande com grandes quantidades de dinheiro, além de outras técnicas de segurança que podem ser desenvolvidas pela empresa e pelos funcionários”, salienta Rodrigo Duarte.

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