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Governo

Ministério da Agricultura diz que ‘não existe risco’ sanitário no país

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O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Luiz Eduardo Pacifici Rangel, afirmou neste domingo (19) que, nas avaliações feitas pelo ministério, foi constatado que “não existe risco sanitário” no país.
Rangel deu a declaração ao chegar ao Palácio do Planalto para uma reunião com o presidente Michel Temer e o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, além de entidades frigoríficas, para discutir os efeitos da operação Carne Fraca.
“Não existe risco sanitário medido no primeiro momento nas avaliações que fizemos das principais denúncias feitas pela Justiça. A ideia é que a gente consiga reagir rapidamente para poder tranquilizar a sociedade”, disse Rangel.
Deflagrada pela Polícia Federal na sexta (17), a operação investigou o envolvimento de servidores do governo em um esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos.
“Todas as informações citadas são preocupantes do ponto de vista de corrupção, mas, do ponto de vista sanitário, estamos tranquilos porque as questões sanitárias apontadas ali não trazem risco para a população nem para a exportação”, acrescentou o secretário neste domingo.
Rangel disse ainda que o Brasil elaborará, a partir deste domingo, um comunicado geral para todos os países sobre a qualidade da carne produzida no Brasil e sobre as medidas administrativas tomadas pelo Ministério da Agricultura.

Entenda a operação
Deflagrada nesta sexta pela Polícia Federal, a Carne Fraca investiga fraudes em carnes produzidas por 21 frigoríficos, vendidas no Brasil e no exterior.
A operação atingiu algumas das principais empresas do setor, como a BRF, que controla a Sadia e a Perdigão, e a JBS, responsável pelas marcas Friboi e Seara. Os grupos garantem a qualidade de seus produtos.
Segundo a Polícia Federal, fiscais do Ministério da Agricultura recebiam propina para liberar licenças sem realizar a fiscalização adequada nos frigoríficos.
A investigação indica que eram utilizadas substâncias químicas para maquiar carne vencida, e que água era injetada nos produtos para aumentar o peso.
Até a noite deste sábado (18), a Polícia Federal havia prendido 36 pessoas. Dois suspeitos permaneciam foragidos.

Além das prisões, a Justiça Federal determinou o bloqueio de até R$ 1 bilhão das contas bancárias das 46 pessoas investigadas, e o Banco Central informou o bloqueio de pouco mais R$ 2 milhões.
Já o Ministério da Agricultura anunciou que 33 servidores da pasta foram afastados em decorrência da investigação. A pasta também interditou três frigoríficos, localizados em Goiás, Santa Catarina e Paraná.
Reação dos Estados Unidos
Ainda na sexta, após a PF deflagrar a operação, o governo dos Estados Unidos informou que está “monitorando” a situação no Brasil.
“Neste momento, o Serviço de Segurança e Inspeção de Alimentos (FSIS, na sigla em inglês) do Departamento de Agricultura (USDA) está trabalhando com funcionários do USDA no Brasil para saber mais sobre esse assunto. Também estamos em contato com o Ministério da Agricultura brasileiro e continuaremos monitorando a situação”, dizia o órgão na nota.

Fonte: G1

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Governo

Deputado Capixaba destina 25 milhões para construção da nova sede da Polícia Civil de Rondônia

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Com o objetivo de combater a criminalidade e dar agilidade ao sistema de inteligência da Polícia Civil de Rondônia, o deputado e coordenador da bancada federal, Nilton Capixaba (PTB-RO), ratificou o compromisso de destinar emenda de 25 milhões de reais para construção da nova sede do centro administrativo e operacional da Polícia Civil do Estado.  A confirmação foi feita na última sexta, 11-08, durante o lançamento do Instituto de Identificação Civil e Criminal (IICC) de Cacoal e Pimenta Bueno.

Representando o governador Confúcio Moura (PMDB), o vice-governador, Daniel Pereira (PSB), participou do evento, juntamente com diretor-geral da Polícia Civil, Eliseu Muller,  deputado estadual Cleiton Roque (PSB), vereadores, além dos servidores que trabalharam na implantação do posto do IICC.

De acordo com Capixaba o objetivo desse Instituto no interior é reduzir o tempo de entrega de documentos para sociedade. O Instituto de Identificação Civil e Criminal (IICC) em Cacoal, funcionará no prédio do Procon municipal, e em Pimenta na própria sede da Prefeitura.

Cacoal é uma cidade modelo para o sistema de vídeo monitoramento e que é um dos municípios que tem atenção à Segurança Pública com maior visibilidade, assim, a inauguração do Posto de Identificação é mais um reforço nessa área.

Conforme o diretor do Instituto de Identificação Civil e Criminal (IICC) da Polícia Civil, Júlio Kasper, o antigo local de atendimento não era um ambiente adequado para o cidadão ir fazer o documento pretendido. Enfatizou que o apoio do deputado federal Nilton Capixaba é essencial para novos tempos para Polícia Civil de Rondônia. “Há mais de 20 anos nossa Polícia não era tão valorizada como os tempos atuais. Capixaba está devolvendo a dignidade para o servidor da segurança pública do Estado” disse.

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Espigão do Oeste

Projeto do Governo do Estado vai implantar um viveiro em Espigão do Oeste

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Com R$ 900 mil do Fundo Amazônia, a Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam) inicia a implantação de cinco viveiros para produção de mudas de espécies florestais para recompor áreas degradadas de nascentes de rios e matas ciliares nos municípios de Espigão do Oeste, Jaru, Pimenta Bueno, Ariquemes e Porto Velho.

Segundo Marco Antônio Garcia, coordenador do Programa de Desenvolvimento Socioeconômico e Ambiental Integrado (PDSEAI) da Secretaria, os procedimentos para licitação dos materiais e equipamentos para implantação dos viveiros de Espigão do Oeste, Jaru e Pimenta Bueno já estão bem adiantados e tão logo sejam concluídos, serão contratados os serviços e adquiridos os materiais necessários para execução desses primeiros três viveiros que vão garantir a recuperação e revitalização das nascentes dos rios dessas regiões.

Financiado com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico (BNDES), por meio do Fundo Amazônia, nesta primeira fase o projeto tem o objetivo central de recuperar áreas degradadas de nascentes de rios e igarapés e matas ciliares identificadas durante a análise das informações do Cadastro Ambiental Rural (CAR) das propriedades dessas regiões, segundo informou o secretário adjunto da Sedam, Francisco Sales, que sublinhou a importância do projeto em recuperar e proteger as nascentes e os cursos d’água, que são bens da humanidade.

Dessa forma, em Espigão do Oeste o viveiro vai produzir cerca de 80 mil mudas de espécies florestais para recompor todo o passivo ambiental identificado na bacia do Rio Palmeiras. Para atender as necessidades da bacia do Rio Jaru – sub-bacia, Rio Mororó e o Rio São Domingos, já em Nova União -, uma quantidade semelhante de mudas, o que se repete no mesmo nível para recompor as áreas degradadas de toda a bacia do Rio Pimenta Bueno, cujo trabalho ficará a cargo do Instituto Abaitará, escola técnica do Governo do Estado.

A implantação de viveiros para produção de essências florestais, se insere no Projeto Recuperar da Sedam, visando diretamente a recuperação e proteção dos mananciais do Estado, atuando prioritariamente em regiões com maiores danos de seus recursos hídricos, devendo chegar brevemente às bacias dos rios Jamari (grande região de Ariquemes) e Madeira, em Porto Velho.

Com esse objetivo, o Projeto Recuperar de produção de mudas se desenvolve com parcerias com os governos municipais, por meio de suas secretarias de meio ambiente, instituições de ensino e organizações não governamentais, com a finalidade de produzir os quantitativos necessários nas cidades polo e distribuir gratuitamente essas mudas para o reflorestamento de áreas degradadas, com prioridade àquelas com maior passivo ambiental, o que, por fim, atende a política do Estado de Rondônia de desenvolvimento sustentável com uso racional dos recursos naturais, neste caso, os recursos hídricos.

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Capixaba e Ezequiel Neiva são convidados para reunião com moradores da linha 196 – Ponte abandonada há 10 anos foi pauta de reivindicação

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O coordenador da Bancada Federal, Nilton Capixaba (PTB/RO), foi convidado pelos moradores da Linha 196 e adjacências para participar na última sexta, 04/08, de um ato público encima da ponte danificada há 10 anos. Na oportunidade, o parlamentar estava acompanhado do diretor geral do DER/RO, Ezequiel Neiva e do residente regional de Cacoal, Paulinho Aquino.

Capixaba ouviu atentamente as reivindicações dos moradores que usavam a ponte que corta o rio São Pedro e que fomentava a região. Atualmente, danificada, e sem condições de uso, vários pecuaristas, produtores de soja, pequenos agricultores e alunos tem de deslocar mais de 100 km para realizar alguma atividade. Na época em que a ponte estava em funcionamento era apenas 10 km. A ponte contempla os municípios de Cacoal, Castanheiras e Rolim de Moura.

De acordo com Ezequiel Neiva, diretor geral do DER/RO, o Governo de Rondônia está desenvolvendo projetos para construção e reformas de diversas pontes no Estado, principalmente onde passa o escoamento de produção agrícola. As pontes serão de concreto pré-moldado protendido, técnica que viabiliza a redução do consumo de concreto e aço por conta do emprego de materiais de maior resistência.

“Vamos enviar uma equipe de técnicos e engenheiros para desenvolver o projeto da nova ponte para linha 196 e estudar a viabilidade orçamentaria com apoio e recurso do deputado federal Nilton Capixaba com contrapartida do Governo do Estado. Dessa vez a ponte a ser construída aos moradores dessa região não será de madeira. Será substituída por pontes de concreto, que melhora o fluxo do trânsito, diminuindo as distâncias entre distritos, municípios e regiões” disse.

Fomentar a agricultura familiar e a geração de emprego e renda no campo sempre foi um dos objetivos do mandato de Nilton Capixaba. O parlamentar falou de seu trabalho e destacou aimportância da produção agrícola para os grandes centros do País. “Nosso compromisso com o homem do campo está em primeiro lugar sempre”, frisou Capixaba.

Participaram da reunião, o prefeito de Castanheiras, Alcides do Som ( PSDB), vereadores de Cacoal, Claudinei Castelinho (PSB), de Rolim de Moura, Castanheiras, além de diversos produtores rurais, pecuaristas, sojicultores da região, além da comunidade local.

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