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Uma operação conjunta das Polícias Civil e Militar apreendeu 15 quilos de pasta base de cocaína em Guajará-Mirim (RO), a cerca de 330 quilômetros de Porto Velho, na última quarta-feira (22). A droga foi localizada com a ajuda do cão farejador da PM.  A ação resultou nas prisões em flagrante de quatro pessoas por suspeita de tráfico de drogas em uma casa da zona rural. Um adolescente de 17 anos também foi apreendido.

Segundo as informações oficiais do boletim de ocorrência, dois homens de 38 e 54 anos e duas mulheres de 32 e 47 anos estavam em uma residência situada no Ramal do Zé Arteiro. Quando os policiais chegaram ao local, várias pessoas saíram correndo para tentarem fugir da abordagem, mas foram cercadas e detidas.

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Dentro do imóvel, os agentes encontraram bacias com invólucros de drogas, sacos plásticos e pacotes de bicarbonato de sódio, o que caracterizava fabricação e embalagem de entorpecentes. Em um dos quartos foram encontrados outros sacos com invólucros e uma balança de precisão. Uma espingarda de pressão também foi apreendida em um anexo da casa.

Com apoio do cão farejador Raio, da 1ª Unidade Especializada de Fronteira da PM, do lado de fora do imóvel, foram encontrados mais oito embrulhos de entorpecentes que estavam escondidos dentro de um saco em um matagal e também próximo de um poço. Todos os envolvidos receberam voz de prisão e foram conduzidos à 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil juntamente com os objetos apreendidos na operação.

Em depoimento, os dois homens confessaram serem os donos da droga e que utilizavam o local para preparar as ‘encomendas’ e mandar para outras cidades. Os suspeitos e as duas mulheres foram autuados por tráfico de drogas e encaminhados aos presídios masculino e feminino, respectivamente, onde estão à disposição do Poder Judiciário. O menor foi ouvido e posteriormente liberado.

Ao G1 na manhã desta quinta-feira (23), o Tenente da PM, Felipe Fernandes, afirmou que a operação terá desdobramento e as investigações continuam para tentar encontrar outros membros do grupo. Segundo ele, a droga era trazida da Bolívia e depois levada para um sítio, onde era ‘trabalhada’ e depois enviada para outros pontos de revenda.

De acordo com o militar o cão teve participação importante na apreensão da droga. “Essa operação resultou na apreensão de 15 quilos de entorpecentes e de pessoas envolvidas no tráfico e fabricação de drogas. O Raio foi essencial para que pudéssemos encontrar os entorpecentes dentro e fora da casa”, declarou.

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