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14
jul
2020

15 municípios de Rondônia comemoram 28 anos de emancipação neste dia 13 de fevereiro

O Estado de Rondônia celebra e reverencia o dia 13 de fevereiro, em homenagem a 15 cidades (municípios) importantes de seu território, fundados em 1992, que neste mesmo dia passaram a ter autonomia administrativa e vida própria na condução de seus destinos, todos marcados por grande vocação desenvolvimentista nos campos da agricultura e pecuária.

Pela ordem, os municípios emancipados neste dia são: Alto Paraíso, Campo Novo de Rondônia, Candeias do Jamari, Castanheiras, Corumbiara, Governador Jorge Teixeira, Itapuã do Oeste, Ministro Andreazza, Mirante da Serra, Monte Negro, Novo Horizonte do Oeste, Rio Crespo, Seringueiras, Theobroma e Urupá, todos com históricos econômicos consolidados, e com participação importante conjunto da economia rondoniense, em especial na produção de minérios, grãos, leite e derivados e carne, que têm influência decisiva na pauta de exportação do Estado de Rondônia.

ALTO PARAÍSO

Com uma população de 17.144 habitantes (dados de 2010), Alto Paraíso é conhecida como a Capital do Jerico, devido ao número excessivo desse tipo de veículo na região. O município se destaca por uma economia forte baseada principalmente na produção de café, pecuária de leite e carne e na indústria madeireira. A partir de um Núcleo Urbano de Apoio Rural (Nuar) transformou-se em município, recebendo este nome por suas paisagens de indescritível beleza, que marcaram a vida de seus primeiros colonizadores como “O Paraíso Prometido”.

CAMPO NOVO DE RONDÔNIA

Com idêntica vocação para uma economia voltada para o campo, com agricultura e pecuária fortes, o município de Campo Novo de Rondônia nasceu de uma necessidade dos seus pioneiros (garimpeiros), que usavam e tinham sua pequena estrutura geográfica como um ponto de referência de uma nova pista de pouso, que facilitava as relações de comunicação em toda região. Mas, sua evolução socioeconômica foi rápida, e assim o município tornou-se destaque no desenvolvimento do setor de agroindústria.

CANDEIAS DO JAMARI

Considerado uma dos mais fortes economicamente na região e do conjunto de municípios criados na mesma data, o Candeias do Jamari, até pela proximidade da Capital (20 km), tem uma economia diversificada, com parque industrial pujante, e principalmente com agricultura e pecuária de ponta, desenvolvida com modernos processos tecnológicos, com grande influência na produção e exportação do Estado. Mais populoso entre os emancipados na mesma data, Candeias do Jamari tem uma população acima de 20 mil habitantes (Censo de 2010) e reforça sua economia com o turismo, exploração racional de seus recursos e belezas naturais.

CASTANHEIRAS

Tendo seu território desmembrado do município de Rolim de Moura (zona da mata), Castanheiras é outro exemplo de economia forte, com raiz no setor primário, na produção de grãos, leite e derivados e de carne, que servem à pauta de exportações do Estado e de reforço à economia local, na transformação pelas agroindústrias de vários itens que abastecem os supermercados da região, gerando emprego e renda.

CORUMBIARA

Típica cidade do interior rondoniense e rica em recursos naturais, Corumbiara nasceu como Núcleo Urbano de Apoio Rural Nova Esperança (NUAR), e por sua própria natureza e potencial econômico atraiu e despertou variados interesses, a ponto de gerar conflito agrário que marcou a história do País (Massacre de Corumbiara). Mas, considerada uma potência na produção de arroz, soja, e também na pecuária e em outras culturas não perenes, tem na produção do urucum sua grande marca, uma das maiores culturas vegetais do Estado, com reconhecimento e festa anual (Festa do Urucum), para homenagear essa cultura que é destaque na economia regional.

GOVERNADOR JORGE TEIXEIRA

Com um nome que homenageia o último governador do Território Federal de Rondônia, e criador e primeiro governador do Estado, coronel Jorge Teixeira de Oliveira, o município nasceu da formação do Núcleo Urbano de Apoio Rural Pedra Branca (NUAR). De economia pujante como importante centro econômico agropecuário, Governador Jorge Teixeira é também importante polo comercial, com destaque na atividade varejista e na transformação da produção rural em bens industrializados no âmbito da agricultura familiar. Como os demais, produz grãos, leite e carne e tem importância na balança comercial do Estado.

ITAPUÃ DO OESTE

Criado com o nome de Jamari em 13 de fevereiro de 1992, o município passou a denominar-se Itapuã do Oeste em 24 de outubro de 1997, por força da Lei 747, atendendo ao desejo de sua população manifestado por meio de plebiscito.

A economia e a história da cidade estão interligadas com o início de extração de minério de cassiterita, a partir da década de 1970 e exploração de madeira nos anos 1980/90, mas tem igualmente uma economia sazonal importante no campo (na agropecuária).

 

MINISTRO ANDREAZZA

A exemplo da homenagem feita ao ex-governador Jorge Teixeira, o nome do município de Ministro Andreazza é uma homenagem ao ex-ministro do Interior do governo João Figueiredo, coronel Mário Andreazza, importante nome no processo de transformação de Território Federal de Rondônia em Estado. Como os demais municípios criados no período, Ministro Andreazza tem sua história vinculada à expansão da fronteira agrícola nacional, decorrente da convergência de fluxo imigratório para o Estado de Rondônia, e como tal é um dos mais importantes na produção agrícola – café, soja, milho, etc – e também na pecuária, com relevante importância na economia rondoniense.

MIRANTE DA SERRA

Criado a partir do Núcleo Urbano de Apoio Rural Ouro Preto (NUAR), o município de Mirante da Serra, de economia sedimentada na agropecuária, com grandes áreas cultivadas de grãos e pastagem, tem uma importante agroindústria (Agricultura Familiar), que gera riqueza e emprego no campo. Mas se notabilizou com a realização da festa anual conhecida como “Maratona do Avestruz” (corrida do avestruz como montaria), que movimentava a economia da cidade, que recebia milhares de visitantes durante a festa. Mas, enfim, a festa acabou e atualmente o Município se sustenta e se desenvolve com os recursos de sua própria produção agropecuária.

MONTE NEGRO

Com um histórico econômico baseado na produção de minérios (cassiterita e topázio), que o tornou famoso e cobiçado, o Município de Monte Negro que ainda conta a produção mineral, diversificou e expandiu sua pauta produtiva por outras vertentes, destacando-se como produtor de grãos, carne e peixe (Agricultura Familiar) no universo do setor produtivo primário, tendo na produção cafeeira seu maior destaque, como uma das maiores do Estado de Rondônia. A força econômica do município tem raiz também na exploração do extrativismo vegetal e no turismo, duas fontes econômicas importantes que impulsiona o desenvolvimento de toda região.

NOVO HORIZONTE DO OESTE

Criado a partir do Núcleo Urbano de Apoio Rural Novo Horizonte NUAR), o município que já teve o nome de Cacaieiros (homenagem aos desbravadores da região) foi emancipado na mesma data (13 de fevereiro) com o nome de Novo Horizonte do Oeste, uma beleza de nome para marcar a imagem do belo cenário que sua topografia forma. Tendo sua área territorial desmembrada de Rolim de Moura, o município, como a maioria dos entes rondonienses, tem sua economia baseada na agricultura e pecuária, indústria madeireira e num comércio de grãos forte que é referência no Estado de Rondônia.

RIO CRESPO

Importante polo da agricultura e pecuária rondonienses, o município surgiu como Núcleo Urbano de Apoio Rural Cafelândia (NUAR), nome que caracteriza sua vocação de grande produtor de grãos, especialmente de café, além de carne, leite e todos seus derivados, transformados pela agroindústria familiar em importante fonte de emprego e renda que movimentam a economia da região. Seu nome Rio Crespo é uma homenagem ao Rio Preto do Crespo, e sua área territorial foi desmembrada dos municípios de Ariquemes e Porto Velho.

Costa Marques, o Município de Seringueiras também se destaca na produção extrativista, de leite e carne, além de se compor com belas áreas turísticas.

 

URUPÁ

Último município criado em 13 de fevereiro de 1992, Urupá surgiu de um pequeno povoado com a implantação do Projeto de Assentamento (PA URUPÁ) pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em 1981. Sua área de 831,857 km² foi desmembrada dos municípios de Ouro Preto do Oeste e Alvorada do Oeste, tendo sido no passado habitado por tribo indígena de nome similar. Dotado de potencialidade econômica diversificada, Urupá tem na agricultura e pecuária sua sustentação econômica, que aliada a uma grande produção de peixes e na vocação transformadora da agroindústria mantém em alta seu impulso desenvolvimentista, que é orgulho dos seus munícipes.

THEOBROMA

Com o pomposo nome que caracteriza sua vocação de grande produtor de cacau, o município, a exemplo da maioria dos outros entes, surgiu como Núcleo Urbano de Apoio Rural (NUAR) do mesmo nome, e em que pese ter se desenvolvido como o importante polo cacaueiro do Estado, tem sua economia baseada na produção de grãos, carne e leite, no comércio e numa forte agroindústria, que reforça a economia de toda região, gerando emprego e renda, estimulando a fixação do homem à terra.

Ao saudar os 15 municípios rondonienses que neste 13 de fevereiro chegaram aos 28 de emancipação política e administrativa, o governador Marcos Rocha demonstrou grande apreço às administrações municipais. De acordo com suas palavras, o Governo de Rondônia tem na parceria com os municípios do Estado a alternativa basilar para incentivar o desenvolvimento regional com orientação, apoio operacional e até financeiro em muitos casos, de modo que cada um encontre seu caminho para o desenvolvimento e progresso.

Fonte: Governo de Rondônia

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