Publicidade

Publicidade

Arraial Flor do Maracujá cresceu nas quadras escolares e mantém viva a tradição do boi-bumbá, que vem de 1920 em Porto Velho

0
Real Turismo

No cenário folclórico de Porto Velho desde os anos 1980, quando iniciou em quadras esportivas  escolares, o Arraial Flor do Maracujá se completa com o boi-bumbá, tradicional desde 1920.

O Flor, cuja programação deste ano começará no próximo dia 28 de junho, em local a ser anunciado, será visto agora por novas gerações, mais habituadas às redes sociais, discotecas, pubs e, raramente, ao estádio de futebol.

O nome Flor do Maracujá homenageia uma das primeiras quadrilhas de que se tem notícia em Porto Velho. Foi organizada pelo ex-vereador e presidente da Câmara Municipal Joventino Ferreira Filho, morador no Bairro do Triângulo desde a década de 1950.

Até 1981, o governo do extinto Território Federal de Rondônia apoiava apresentações que ocorriam nas quadrilhas juninas e em agosto. As escolas Barão do Rio Branco, Carmela Dutra, Duque de Caxias promoviam seus arraiais.

Até 1989, quadrilhas juninas recebiam troféus de participação pela dança. Somente o primeiro, segundo e terceiro colocados dos bois tinham direito a esse prêmio. Um ano depois começaram os concursos de bois e quadrilhas.

À exceção do grupo campeão, famílias e admiradores entraram em polêmica por discordarem dos resultados. Explica-se: a competição demora e nem todas as pessoas convidadas para a comissão julgadora têm condições de trabalhar dez dias seguidos.

A Mostra de Quadrilhas e Bois-Bumbás faz parte do calendário turístico oficial de Rondônia. Em 2014, a coordenação do arraial passou para a Federação de Quadrilhas e Bois-Bumbás de Rondônia (Federon).

 

 “Os próprios concorrentes apreciam a si próprios, projetando como melhorar as próximas apresentações”, diz a professora Maria de Nazaré Figueiredo da Silva, apoiadora e estudiosa do tema.

 

O governo oferece a infraestrutura de palco, segurança da Polícia Militar, atendimento de saúde e instalação de banheiros químicos e o patrulhamento da 1ª Companhia Independente de Trânsito.

Da administração municipal de Porto Velho, o evento conta com o apoio das secretarias de trânsito e de saúde, e da vigilância sanitária, que dá cursos de qualidade de alimento a ambulantes, certificando barracas.

Desde 1983, instituições de caridade levam ao arraial bebidas e comidas típicas. Em 1984, muitos ambulantes disputaram espaço, e vêm se multiplicando.

Nos fins de semana, o movimento é maior; de segunda a quinta-feira, vende-se menos. O público encontra bolos, assados, churros, derivados de milho, espetinhos, pudins,  trufas, entre outros produtos.

por SECOM
da GOVERNO DO ESTADO

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Vamos supor que você está bem com isso, mas você pode optar por sair, se desejar. AceitarVeja Mais