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Com economia de cerca de R$ 200 milhões, governador Marcos Rocha faz balanço dos seis primeiros meses de gestão

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O cenário era preocupante, cerca de R$ 420 milhões abaixo do orçamento necessário para dar condições de executar atividades essenciais para o desenvolvimento de Rondônia. Foi preciso cortar gastos. Nos 100 primeiros dias, a economia chegou a cerca R$ 95 milhões. Ao completar seis meses, já chega a quase R$ 200 milhões. Além disso, o Estado firmou parcerias e alcançou feitos inéditos como o recebimento de doação de R$ 50 milhões do Tribunal de Contas do Estados (TCE) para construção do novo hospital de urgência e emergência.

Esse foi o balanço feito pelo governador Marcos Rocha em entrevista à emissora de rádio de São Francisco do Guaporé, onde esteve na segunda-feira (15) para a entrega de maquinários que fomentarão as atividades agrícolas.  Para o governador, a construção da credibilidade do governo, perante aos órgãos de controle e de toda a sociedade, foi criando firmeza através de uma postura transparente, com medidas rigorosas contra à corrupção e busca de soluções inovadoras para o crescimento do Estado.

”O Estado busca, em uma união de esforços, oferecer condições para aumentar a produção com a entrega de maquinários, como o que estamos fazendo em São Francisco, e melhoria das nossas estradas”, pontuou o governador. Cerca de 100% dos seis mil quilômetros de estradas de chão foram recuperadas pelo Departamento de Estradas, Rodagem, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER).

O governador reforçou a firmeza do Executivo no combate à corrupção. ”Se alguém fizer algo errado será exonerado. Estamos agindo de forma rígida”, garante.

Marcos Rocha garantiu, ainda, que tem reforçado em Brasília o pedido pela duplicação da BR 364  e melhoria da BR 319, tendo recebido resposta positiva para que essas obras ganhem fôlego a partir do próximo ano.

Destacou ainda a boa relação com a Assembleia Legislativa, a qual aprovou projetos do Executivo que vão beneficiar à sociedade. ”Pedi a Deus para me ajudar a fazer a diferença. Conseguimos tirar os pacientes do chão no João Paulo II. Quero que Rondônia tenha condições de produzir mais. Que a população possa se desenvolver e garantir um futuro melhor”.

por Secom
da Secom

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