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Estação de Tratamento de Esgoto põe fim ao mal cheiro nos arredores do presídio do Agenor de Carvalho em Ji-Paraná

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Real Turismo

Correndo a céu aberto há duas décadas, o mal-estar provocado pelo esgoto da penitenciária Agenor de Carvalho em Ji-Paraná está com os dias contados. A infraestrutura da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) está em fase de andamento conclusivo. “É muito desagradável o mal cheiro quando passo pelo presídio. Fico imaginando o sofrimento dos moradores das chácaras que vivem nesta região. Esse serviço de tratamento do esgoto vai melhorar a condição de vida dessas pessoas”, disse o morador do bairro Boa Esperança, Adinâncio Xavier, que toda semana passa na frente do presídio com destino a uma chácara nas redondezas, onde cultiva hortaliças com fins comerciais.

O funcionamento da ETE é um sonho tanto dos moradores da região quanto dos usuários do sistema prisional. O esgoto a céu aberto decorre de transbordamento de fossa. A nova estrutura vai processar o esgoto dentro das normas preconizadas pela legislação ambiental devolvendo a água com 98% de pureza ao igarapé Nazaré, afluente do rio Machado.

A estrutura fica localizada ao lado do Agenor de Carvalho nas dependências do Conselho Agrícola. “As redes hidráulica e elétrica estão prontas. Estamos aguardando apenas a chegada da tubulação”, informou o diretor do Agenor, Rafael da Silva Peres, explicando que a aquisição do material é de competência da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus).

O coordenador de infraestrutura da Sejus, Robson de Sousa, informou que aguarda o estudo técnico para aquisição da tubulação, que deve ser aprontado pela 8ª Residência Regional do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER), em Ji-Paraná. “Acredito que dentro de trinta dias tudo se resolve”, entende Robson de Sousa.

A obra é uma parceria do governo estadual com o Poder Judiciário e foi utilizada mão de obra de apenados na construção civil. A penitenciária Agenor Martins de Carvalho abriga 500 apenados masculino e feminino dos regimes aberto e semiaberto.

ENERGIA ELÉTRICA

Uma nova caixa de força também está sendo erguida nas dependências do Agenor de Carvalho em substituição à precária atualmente existente. Na falta de energia elétrica, a atual consegue suportar a necessidade do setor administrativo, torres e alguns pontos não menos importantes do presídio.

O novo grupo gerador que será instalado nas próximas semanas vai resolver o problema em eventual falta de energia. “O equipamento será suficiente para alimentar a rede de toda unidade”, informou o diretor Rafael Peres, que contou com o apoio do secretario regional de Governo, Everton Esteves, na agilização e cedência temporária de um grupo gerador até que o definitivo seja adquirido pela Sejus.

 

por Secom
da Secom

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