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ESTELIONATO ELEITORAL: VEJA A DEFINIÇÃO DO GOOGLE!

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“Estelionato Eleitoral, também conhecido como giro político (policy switch), é um conceito da Ciência Política utilizado para descrever os casos de candidatos eleitos com uma plataforma ideológica que, após a eleição, adotam um programa de signo ideológico contrário, em geral políticos eleitos pela esquerda e que em seguida adotam políticas de direita”. Esse é uma das explicações, via Google, sobre o significado de algo se tornou muito comum no Brasil. E que estamos vivendo novamente. Não é a primeira vez e nem será a última. A presidente Dilma Rousseff foi reeleita com um discurso completamente oposto ao que está executando no seu segundo mandato. Pior ainda: está fazendo o que acusava que a oposição (e principalmente o tucano Aécio Neves) faria, caso chegasse ao poder. Jurou, a Presidente reeleita, que jamais tocaria nos direitos dos trabalhadores; que não criaria mais impostos; que enxugaria o governo; que conteria os gastos. Ficou famosa sua frase: “não mexerei nos direitos dos trabalhadores nem que a vaca tussa!”.Foi a primeira coisa que fez. Não é estelionato? Todos sabiam ( e a presidente e seus aliados mais que ninguém), que haveria necessidade de remédios amargos para conter a inflação, para fazer o país viver uma economia de realidade, depois de longo tempo de ficção imposta ao mercado, que não sobrevive de fantasias. Mas o que foi “vendido” ao eleitor não foi isso!

Precisava Dona Dilma fazer o que está fazendo? Sim. Haveria outros caminhos, como o cortar a própria carne, mas daí já seria demais. A Presidente diz que não havia escolha. Havia sim! Mas fez o óbvio, que a classe política brasileira faz há décadas e décadas: vai tirar mais do povo, pobre coitado, enganado de novo, que está pagando uma conta que não fez! Não é uma triste história que se repete?

DEU PRA ENTENDER?

A Presidente poderia começar cortando a gordura extraordinária que o país mantém, ao custo do suor de quem produz e paga os maiores impostos do mundo. Cortou parte dos 39 ministérios, cargos, diminuiu a obesidade mórbida? Nada disso. Preferiu a facilidade de tomar mais dos bolsos de quem já tem cada vez menos. Os aliados são intocáveis. Estão encastelados em tantos ministérios, que não se sabe o nome da metade dos ministros. A oposição está gritando, mas não vai adiantar. O estelionato está consolidado, com o enorme apoio do governo no Congresso. Deu prá entender porque precisa 39 ministérios?

 

A VISÃO DO ECONOMISTA

O economista Elmir Gonçalves analisa o quadro do país depois da série de medidas anunciadas pelo governo para buscar o reequilíbrio das contas públicas e combater a inflação, que já assusta, entre outras ações. O “pacote de maldades”  terminou ou vem mais por aí? Como ficará o nosso dinheiro e como os brasileiros vão atravessar esse ano que se prevê tão difícil. Esses e outros temas estão no programa Candelária Debate, deste sábado. É para todas as emissoras da TV Candelária/Record no Estado, a partir das 13h20.

 

O TEMPO VOA

Um dos piores facínoras da nossa história, que desde os 18 anos cumpre pena em várias prisões (e lá comanda os mais terríveis crimes cometidos do lado de fora), vai sair livre em 2018. Mesmo condenado a mais de 220 anos. Sairá pela porta da frente, totalmente livre. Já cumpriu 27 anos de cadeia. Quanto chegar ao trigésimo ano, pena máxima permitida nas leis brasileiras, vai para as ruas. É esse o resumo da história de Marcola, maior líder do crime organizado do país. Pobres de nós!

MAIS DE 2.100 DIAS

Na verdade, seria cômico, não fosse trágico o fato de que depois de seis anos, o governo anuncia para este 2015 (se tudo der certo; se os deuses permitirem, se não houver roubalheira e mais desistência de empreiteiras), a entrega das obras do prédio do INSS, em Porto Velho. São apenas 30 por cento dos serviços prontos, durante cerca de 2.100 dias. No prédio que está sendo reformado (é sim uma reforma e não uma obra faraônica), os serviços recomeçaram. Será que dessa vez vai?

A FALTA DE NEODI

Fará muita falta no parlamento o deputado Neodi Oliveira. Duas vezes prefeito de Machadinho, ele chegou à Assembleia como representante da sua região e fez um grande trabalho. Quando Presidente, passou incólume por todos os problemas que, de forma corriqueira, atingem os mandatários da ALE. Neodi não concorreu à reeleição. Foi o parceiro de chapa de Expedito Júnior na disputa pelo governo. Sua presença equilibrada e respeitosa sempre foi destaque no parlamento rondoniense. Não se sabe se ele voltará à política. Tomara que volte!

SEM CARNAVAL

A realidade está superando o sonho. A dura crise financeira das Prefeituras é a vida real. A festa de carnaval é o sonho e a alegria, impossíveis, no atual contexto. A grande maioria das cidades está com o pires na mão, com a concentração dos recursos nos cofres da União e as constantes quedas do FPM (Fundo de Participação dos Municípios). Em Rondônia, Vilhena e Rolim de Moura já anunciaram gasto zero com o carnaval. Pode-se esperar a mesma decisão de várias outras Prefeituras. Não há dinheiro.

PERGUNTINHA

Com tantas decisões da equipe econômica, avançando avidamente no bolso dos assalariados, como a maioria dos brasileiros conseguirá chegar ao final de 2015?

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