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Funcer abre prazo para classificados à Ocupação do Museu da Memória Rondoniense

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Definidos os sete classificados dos concursos públicos (licitação) para Ocupação do Museu da Memória Rondoniense e dos Pontos de Memória (Editais 003/2018 e 004/2018), os premiados (proponentes) terão a partir desta quinta-feira (23), fim do prazo recursal, 10 (dez) dias para encaminhar a documentação para viabilizar o recebimento do total de R$ 140 mil dos dois editais.

De acordo com a técnica Ednair Rodrigues do Nascimento, diretora do Museu da Memória Rondoniense, atendidas às regras dos editais quanto ao prazo recursal, a Fundação Cultural do Estado de Rondônia (Funcer) homologará o resultado dos concursos, e dará a conhecer aos interessados (vencedores), que a partir da publicação no Diário Oficial (DO) terão o prazo de 10 dias para apresentarem a documentação relativa à entidade propositora e seu projeto, habilitando-se ao recebimento dos recursos.

PONTOS DA MEMÓRIA RONDONIENSE

Os vencedores do concurso Pontos da Memória Rondoniense (Edital 004/2018), são Fundação Universidade de Rondônia (Unir), com a iniciativa (projeto) “Preservação do Patrimônio Arqueológico no Estado de Rondônia”; Rosinaide Aparecida Távora, de Alvorada do Oeste, com o projeto “Toda Memória tem uma história”; Creuci Maria Caetano, de Cacoal, com “Resgate e preservação da memória rondoniense, através da valorização do mini-museu de memórias: Família Sales e Caetano, Cacoal”; e Andressa Vitória Santos Machado, de Vilhena, com o projeto Ponto de Memória Pedras Negras, que retrata fragmentos da memória cultural da Comunidade Quilombola da região, que receberão R$ 10 mil individualmente por cada projeto.

EXPOSIÇÃO MUSEOLÓGICA

Do concurso Exposições de âmbito nacional para a área museal, objeto do Edital 003/2018, os vencedores são Fercant & Yahato Consultoria Científica, do Estado do Paraná, com a iniciativa (projeto) “Gravuras Rupestres de Rondônia: para todos veem” (apresentação de gravuras e arqueologia indígenas); Ederson Lauri Leandro, de Cacaulândia (RO), com o projeto “Amazônia: lugar e a poética da afetividade” (exposição sobre os povos da floresta – indígenas e caboclos – e sua relação de amor com natureza); e Teo Senna Ramalho da Silva, do Rio de Janeiro (RJ), com o projeto “Mad in Santa”, de artes plástica (grafite), sem temática definida, conforme explicou a diretora do Museu, Ednair Nascimento.

Segundo ela, o conjunto das atividades de apoio e desenvolvimento cultural em curso atende a uma política do governo Estadual, e tem o aval do governador Marcos Rocha, que vê em iniciativas como essas (concursos) um meio de fomentar a atividade cultural rondoniense, valorizando e incentivando as produções locais e seus protagonistas.

Fonte: Governo de Rondônia

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