Compartilhe
Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
07
abr
2020

Ibama: Operação Honoris, faz jus ao nome e caminha para um “show de irregulares em Espigão do Oeste”

Chegou em Espigão do Oeste, na última quarta-feira (17), um comboio de viaturas do Ibama e veículos do Exército, com uma estimativa de cerca de 200 homens.

A ação é uma represaria a atitude de vândalos que atearam fogo em um caminhão de combustível que iria abastecer um helicóptero do IBAMA.

Escusos perante o devido processo legal, chefes da Operação, agem de forma truculenta, lavrando a “sentença” com seus poderes de engenheiros florestais, que foram superestimados ao longo dos anos por interesses internacionais, que financiam a caças as bruxas por onde passam. Por vezes parece que voltamos ao período da INQUISIÇÃO, aonde um homem decide a sentença de morte de outro, com bases em seus princípios, dane-se a justiça, “toca fogo”.

Ignorando a documentação legal apresentada pelas empresas, maquinários de serrarias foram danificados, madeiras confiscadas mesmo quando apresentado o DOF dos referidos produtos.

Estes fiscais colocam-se acima do bem e o do mal, e faz jus ao nome da Operação Honoris, e pela honra agem ao arrepio da lei.

O bloqueio temporário venceu, e não foi possível sequer notificar todas as empresas, ainda assim foi mantido, não se sabe se convertido em cautelar ou apenas prorrogado, de qualquer forma a própria normativa do IBAMA diz que é necessário justificativa para a prorrogação, e que a empresa seja notificada no caso de Bloqueio Cautelar, nenhum nem outro, os fiscais estão acima da lei.

O certo é que já fazem 20 dias que empreendimentos estão bloqueados, e mais de 1.000 (mil) pais de família estão à mercê da QUESTÃO DE HONRA dos fiscais do IBAMA.

A maior operação do IBAMA no Governo Bolsonaro, se tornou uma demonstração de força que em nada resolveu até o momento, surpreendidos com empresas que apresentaram-lhes documentações, os fiscais precisam dá uma resposta, mas não encontram bandidos, apenas cidadãos de bem que ao contrário do que prega os ambientalistas, geram renda legal pagando impostos e com funcionários registrados.

Por último a palavra de ordem vinda por parte dos chefes da operação, é levar toda a madeira embora, ignorando a apresentação de Documento de Origem Florestal das essências que se encontram depositadas nos pátios das empresas. Alguns fiscais chegaram a absurdo de dizer que toda a madeira já estava repartida e vendida, é preciso acreditar que eles estão confundindo vendida, com doada.

Ignorando documentação apresentada e agindo a margem da lei, resta perguntar ao interesse de quem atende o Chefe da Operação Honoris? ONGS? Quem paga essa conta?

Notícias Relacionadas