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Ibama: Operação Honoris, faz jus ao nome e caminha para um “show de irregulares em Espigão do Oeste”

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Real Turismo

Chegou em Espigão do Oeste, na última quarta-feira (17), um comboio de viaturas do Ibama e veículos do Exército, com uma estimativa de cerca de 200 homens.

A ação é uma represaria a atitude de vândalos que atearam fogo em um caminhão de combustível que iria abastecer um helicóptero do IBAMA.

Escusos perante o devido processo legal, chefes da Operação, agem de forma truculenta, lavrando a “sentença” com seus poderes de engenheiros florestais, que foram superestimados ao longo dos anos por interesses internacionais, que financiam a caças as bruxas por onde passam. Por vezes parece que voltamos ao período da INQUISIÇÃO, aonde um homem decide a sentença de morte de outro, com bases em seus princípios, dane-se a justiça, “toca fogo”.

Ignorando a documentação legal apresentada pelas empresas, maquinários de serrarias foram danificados, madeiras confiscadas mesmo quando apresentado o DOF dos referidos produtos.

Estes fiscais colocam-se acima do bem e o do mal, e faz jus ao nome da Operação Honoris, e pela honra agem ao arrepio da lei.

O bloqueio temporário venceu, e não foi possível sequer notificar todas as empresas, ainda assim foi mantido, não se sabe se convertido em cautelar ou apenas prorrogado, de qualquer forma a própria normativa do IBAMA diz que é necessário justificativa para a prorrogação, e que a empresa seja notificada no caso de Bloqueio Cautelar, nenhum nem outro, os fiscais estão acima da lei.

O certo é que já fazem 20 dias que empreendimentos estão bloqueados, e mais de 1.000 (mil) pais de família estão à mercê da QUESTÃO DE HONRA dos fiscais do IBAMA.

A maior operação do IBAMA no Governo Bolsonaro, se tornou uma demonstração de força que em nada resolveu até o momento, surpreendidos com empresas que apresentaram-lhes documentações, os fiscais precisam dá uma resposta, mas não encontram bandidos, apenas cidadãos de bem que ao contrário do que prega os ambientalistas, geram renda legal pagando impostos e com funcionários registrados.

Por último a palavra de ordem vinda por parte dos chefes da operação, é levar toda a madeira embora, ignorando a apresentação de Documento de Origem Florestal das essências que se encontram depositadas nos pátios das empresas. Alguns fiscais chegaram a absurdo de dizer que toda a madeira já estava repartida e vendida, é preciso acreditar que eles estão confundindo vendida, com doada.

Ignorando documentação apresentada e agindo a margem da lei, resta perguntar ao interesse de quem atende o Chefe da Operação Honoris? ONGS? Quem paga essa conta?

  1. Clelton Diz

    E quem vai pagar o prejuízo de milhões de brasileiro que pagaram o combustível para abastecer o helicóptero da fiscalização. Há de ser feito algo, pois os vândalos se acham acima da lei e dane o poder do Estado.

    1. rogerio Diz

      da minha parte ta de boa eu tambem paguei,assim como as empresas que sao vitimas destes bando de marginais,que estao colocando gente de bem em estado de desespero,por estarem sendo privados do direito ao trabalho garantido em lei.

  2. Claudiene Diz

    Isso é por que não temos um prefeito e nem vereador que luta pela população até quando vai ficar assim esse povo abusando do poder só porque estão fardados acham que são os donos da lei que lei está valendo pois estão carregando madeiras que estão documentada e diz que é questão de honra

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