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23
jan
2021

IGNORAR AS DIFICULDADES PREVISÍVEIS, UM ERRO QUE PODE CUSTAR CARO

Opinião de Primeira Por Sérgio Pires: As dificuldades que estamos enfrentando, previsíveis mas, ignoradas lá atrás, são sintomas claros de que as coisas não vão bem, embora nossos governantes (nisso nada mudou desde que tivemos o primeiro chefe político), digam exatamente o contrário. Um problema grave e preocupante é relacionada com a economia, porque  se ela não for bem, o efeito cascata pode criar uma crise efervescente. Nos últimos anos, as previsões otimistas foram, todas, engolidas pela realidade. Crescermos a metade do previsto não é o mais escuro dos quadros. O problema real que podemos ter crescimento negativo, mesmo com todos os desmentidos e discursos eufóricos que se possa ouvir. Empresários sérios, que conhecem a realidade, já estão pisando mais ainda no freio.  O governo de esquerda no Brasil manteve a base da economia, mas piorou tudo, numa espécie de teoria kamikaze. Aumentou a tal ponto a carga tributária, que só gente meio doida abre uma empresa. Um empregado custa quase dois e meio. A inflação é um perigo e a legislação trabalhista é feita para destruir empresas, não apoiá-las na geração de emprego e renda.

Há ainda o contexto político, onde uma minoria de malucos querem jogar parte do país contra a outra, em episódios que todos conhecemos. A violência suprema toma conta do Brasil, deixando as pessoas de bem apavoradas, sem que nada seja feito. A proteção a minorias, a criação ao bel prazer de ONGs e instituições oficiais de áreas de proteção ambiental, impedindo a expansão do agronegócio; a transformação de importantes programas sociais em meros projetos eleitoreiros, fazem parte deste pacotaço de dificuldades que temos pela frente. Lamentavelmente, nosso governo só pensa em reeleição. Ponha-se tudo isso num caldeirão e se verá que já estamos andando para trás, em muitas coisas.

VEREADORES E SALÁRIOS

Grupo de vereadores descontente com a decisão do presidente Alan Queiroz, em não autorizar o aumento salarial criado por lei da própria Câmara (os reajustes ficariam entre 60% até 140%), vão recorrer à Justiça. Eles alegam que a lei tem que ser cumprida. O único senão, que pode empacar o assunto, é que o reajuste não foi definido na legislatura passada, como manda a lei, mas sim já nesta nova composição. Mesmo assim, os nobres edis que se sentem prejudicados querem se unir para ir buscar seus direitos na Justiça.

NOME PRÓPRIO DO PP

Boato é boato, informação é informação. A verdade é que, pelo menos por todas as fontes ouvidas, nunca se cogitou alguma aproximação e muito menos uma aliança entre os grupos do ex-governador Ivo Cassol e do atual, Confúcio Moura. A boataria correu solta em função desse assunto. Cassol está viajando, mas seu inseparável parceiro, o deputado federal Carlos Magno, vice presidente regional do PP, colocou as coisas nos seus lugares: o PP vai mesmo é candidatura própria ao Governo. Quem? Aí já é outra história…

BANCADA DA CAPITAL

Não será fácil a vida dos representantes da bancada de Porto Velho, na Assembleia Legislativa, em relação à busca pela reeleição. O presidente Hermínio Coelho, que pode disputar o Governo, caso concorra a mais um mandato, certamente teria grandes chances, por  ter se tornado uma liderança consolidada. Ribamar Araújo, do PT, também marcou boa posição, por não ter se envolvido, durante seus dois mandatos, em nenhum rolo que atingiu o parlamento. A partir daí, as dificuldades começam a complicar.

E OS OUTROS?

Zequinha Araújo sempre foi bom de voto. Mas terá problemas com seu eleitorado fiel, depois da crise que enfrentou? E como reagirão os eleitores em relação à deputada Epifânia Barbosa e aos deputados Cláudio Carvalho e Flávio Lemos? O caso mais complexo é o da deputada Ana da Oito, alvo de acusações pesadas. Teve apoio dos seus colegas para não perder o mandato, mas nas ruas, o que se ouve é que as chances dela voltar são tão grandes quanto as do Sargento Garcia prender o Zorro. Mas o eleitor, na verdade, tem memória  curta. Esperemos para ver…

FIM DE MARÇO

Troca de secretários no governo Confúcio, só para o final de março. Alguns nomes que poderão entrar  na disputa em outubro ainda não se definiram e outros vão esperar até a última hora, pela decisão do chefe, para só então deixarem seus postos. A pouco mais de 60 dias antes da decisão, o Governador tem evitado falar oficialmente em reeleição. Tanto quanto o chefe, os assessores querem retardar ao máximo a decisão de entrar na briga eleitoral.

PORTAS ESCANCARADAS

O governador Confúcio Moura fez seu papel: foi a Brasília, pedir apoio do Ministério da Justiça para combater a criminalidade no Estado. E o fez com toda a razão. A União não resolve e sequer investe  ao menos para amenizar as graves questões relacionadas com nossas fronteiras, portas abertas aos bandidos. Mais de 1.300 quilômetros de fronteira com a Bolívia abrem a perspectiva de tráfico de drogas, de armas, de carros e motos roubadas e levadas para o lado de lá. O crime tem um endereço: as fronteiras escancaradas…

PERGUNTINHA

Com os nomes já postados e possíveis candidatos praticamente fazendo campanha aberta, você já está decidido em quem votar nas eleições de outubro?

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