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08
ago
2020

Incêndio atinge área do Espaço Alternativo em Porto Velho

Um incêndio atingiu nesta quarta-feira (22) um terreno próximo ao Espaço Alternativo, em Porto Velho. As chamas começaram a se propagar pela região por volta das 13h. Não há informações sobre feridos. Os focos se alastraram em uma área perto de uma das calçadas do local.

A origem do incêndio é desconhecida. O Corpo de Bombeiros informou que uma equipe da corporação se deslocou à região atingida pelo fogo após um chamado e que as chamas já foram controladas. O trabalho de controle teve auxílio da Brigada Municipal.

Conforme dados mais recentes do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Estudos Espaciais (Inpe), o satélite de referência Aqua indica que Rondônia acumula 189 focos de queimadas nos 22 dias de julho.

Apesar disso, o valor representa queda de 38,6% no quantitativo de pontos de chamas em comparação com o mesmo período do ano passado, quando o estado somava 308 focos.

Tendência de alta na temporada

Considerando o acumulado de alertas do Deter ao longo dos meses, a tendência é de aumento na taxa oficial de destruição da floresta na atual temporada que se encerra em agosto de 2020.

A tendência preocupa, já que o período anterior teve recorde com 10 mil km² de desmatamento.

Considerando o período entre agosto de 2019 e a parcial de junho, há alertas de desmatamento para 7.108 km². Já entre agosto de 2018 e o todo o mês de julho de 2019 foram 4.584 km². Nesta comparação, mesmo com o período incompleto de junho deste ano, já há aumento de 55%. No comparativo anterior, com os dados completos de maio, o aumento era de 78%.

O que provoca as queimadas?

Para haver fogo, é preciso combinar: fontes de ignição (naturais, como raios, ou antrópicas, como isqueiros ou cigarros); material combustível (ter o que queimar, como madeiras e folhas); e condições climáticas (seca).

Como a Amazônia é uma floresta tropical úmida, os incêndios mais recorrentes ocorrem quando a madeira desmatada fica “secando” por alguns meses e, depois, é incendiada para abrir espaço para pastagem ou agricultura. Segundo especialistas, um incêndio natural não se alastraria com facilidade na Amazônia.

Fonte: G1

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