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Mãe denuncia barbárie médica em Hospital Municipal de Rolim de Moura

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Real Turismo

Ana Deise Félix Oliveira, usou as redes sociais para denunciar a violência médica que sofreu durante o parto do seu filho, no hospital municipal de Rolim de Moura.

O post rapidamente viralizou no Instagram, com centenas de compartilhamentos por pessoas que estão inconformadas com o ocorrido.

Ana Deise deu entrada no Hospital Municipal de Rolim de Moura por volta das 20h30m do dia 13 de janeiro de 2019, conforme relatado em suas redes sociais. A mãe que se preparou durante todo período gestacional para ter um parto natural, neste que um dos momentos de maior felicidade para uma mulher, se não o maior, a partir de então, passou a conviver com a frustração de seu sonho.

Ela não revelou o nome do médico que foi responsável por fazer o seu parto, e ao mesmo tempo tornou-se protagonista de uma história de horror que deixa sequelas emocionais para a mãe e para o pai da criança.

Ao final Deise, revela que enfermeiras foram até seu quarto para saber como tinha ocorrido o parto, e não demonstraram surpresa com todo o horror que ela viveu, inclusive relataram que já imaginava que o médio faria o necessário para o parto fosse a cesárea, e que situações semelhantes aconteciam sempre no hospital.

Em conversa com o Portal Espigão, Deise Felix faz questão de esclarecer que não é contra ao parto por cesárea, contudo acredita que essa deve ser uma decisão da mulher, que tem o direito de escolher como seu filho vem ao mundo, sendo necessário que o Estado garanta que independente da forma escolhida, o parto deve ser humanizado, respeitando a família.

Veja abaixo os posts publicados no Instagram:

 

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

Durante a gestação sempre fiquei tentando imaginar como que seria o meu relato de parto e hoje eu tenho a missão de escrevê-lo. Era madrugada do dia 12/01/2019, lembro-me de ter acordado por volta das 04:00 horas para uma ida rotineira ao banheiro, foi quando percebi que havia perdido o tampão mucoso. Só Deus sabe como fiquei feliz naquele momento, pois sabia que o momento que eu mais almejava estava chegando, tomei um banho e tentei descansar, pois sabia que precisava de forças para o trabalho de parto.
Por voltas das 05:00 da manhã comecei sentir fortes contrações, elas variavam em um espaço de tempo, então constatei que estava nos pródomos (período que antecipa o trabalho de parto). Minha alegria era imensa, primeiro avisei ao meu esposo, que tentou se manter calmo naquele momento e me dar todo apoio necessário, em seguida avisei minha doula @Suélen Leal/ @luzdonascer e logo em seguida minha amiga e também enfermeira @Elisandra. Elas ficaram felizes e me passaram todo apoio e tranquilidade que eu precisava naquele momento e me pediram para descansar o máximo que eu pudesse.
Ás 10:30 da manhã do dia 12/01 minha doula foi ver como eu estava, ouvimos os batimentos fetais que estavam em 147 por minutos, ela me examinou e viu que eu estava bem e feliz e o mais importante, meu bebê estava muito bem. Ela disse: “Deise, sabe que pode demorar então se alimente e descanse, logo você entrará em trabalho de parto, precisará estar bem”. E foi o que eu fiz, almocei, descansei e até dormi um pouquinho, eu estava tranquila afinal, tínhamos nos preparado para aquele momento.
Ás 15:00 minha amiga Elisandra chegou em minha casa. “É importante ressaltar que houve sim um planejamento de parto, tanto que eu tinha uma doula e uma enfermeira me dando suporte, faríamos o trabalho de parto em casa e só iríamos para o hospital na fase latente do trabalho de parto.” Assim que a Elisandra chegou ouvimos os batimentos do bebê e ele estava muito bem, se mexia com frequência, era como se quisesse me dizer que aquele era o momento. PARTE 01 … COMPARTILHE

Uma publicação compartilhada por Ana Deise Félix Oliveira (@anadeisefelixoliveira) em

 

Em 2017 dos 3 milhões de partos feitos no Brasil, apenas 45% foram normais.  Apesar das novas diretrizes que estabelecem a assistência ao parto normal, os governos municipais, através dos médicos, dificultam ao máximo o parto normal, atendendo ao sistema capitalista que influência a crescente de partos por cesariana, que é financeiramente vantajoso para a equipe médica.

por Roney Ribeiro
da Roney Ribeiro
  1. Carlos Diz

    Verifique se o médico ja foi condenado por outras praticas. Verifique se ele tem essa especialidade junto ao crm. Vao se surpreender com o que acharão.

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