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27
Maio
2020

Pacientes avaliam atendimento do Cemetron e pesquisa de satisfação alcança nota máxima

Para saber como anda a qualidade do serviço e dos atendimentos oferecidos, o Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron) realiza, a cada bimestre, pesquisas de satisfação com os usuários e pacientes do hospital. A mais recente alcançou a pontuação máxima de 100% de usuários satisfeitos com o serviço ofertado pelo hospital. Para a direção do Cemetron, as médias alcançadas nos últimos tempos mostram o empenho e ótima atuação dos servidores.

“Alcançar a pontuação máxima para nós é de grande importância. O Cemetron é, hoje, um hospital referência no atendimento às doenças infectocontagiosas e tropicais de Rondônia, e esse resultado é fruto de um trabalho humanizado, que fazemos através de projetos como o ‘Dia do que é importante para você’, entre outros. Além dos cuidados, nos tornamos parte da família desses pacientes”, declarou a diretora adjunta da unidade, Raquel Gil.

Raimundo Lima dos Santos está há 60 dias no Cemetron fazendo tratamento de tuberculose. Segundo ele, desde quando chegou à unidade foi acolhido por todas as equipes. Hoje é grato pelo bom atendimento.

“Eu não tenho nada a reclamar do hospital. Até digo que cheguei aqui quase morto, pesando apenas 53 quilos e eles me trouxeram de volta. Hoje tô com oito quilos a mais (sic), e só tenho a agradecer.  Aqui não falta nada, desde as refeições, os lanches, a parte higiênica, é tudo completo” declarou o paciente.

No primeiro semestre deste ano, o Cemetron já realizou cerca de 200 mil atendimentos entre ambulatoriais e hospitalares. Além de 7.900 consultas, mais de 2.400 pronto atendimentos e mais de 1.100 internações. Para dona Santina Almeida, uma das funcionárias mais antigas do Cemetron, o hospital oferece também aos funcionários um bom ambiente de trabalho.

“Durante esses 25 anos que estou no Cemetron, eu nunca tive problema em trabalhar aqui, graças a Deus. Pelo contrário, eu gosto muito de trabalhar aqui, me dou com todo mundo, tanto com os chefes, médicos, quanto com o pessoal da limpeza. Todos aqui são pessoas muitas boas”, afirmou a funcionária.

Para a diretora, o processo de humanização no atendimento é um dos responsáveis pelos resultados positivos. “Hoje nós recebemos pacientes de todas as classes sociais, tanto de Rondônia quanto de outros estados, e até de países da fronteira, como a Bolívia por exemplo. Tentamos ofertar o melhor atendimento possível a esses pacientes, muitos chegam aqui bastantes debilitados tanto fisicamente quanto emocionalmente, e nós o acolhemos da melhor forma possível”, finalizou Raquel Gil.

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