Publicidade

Polícia apreende 15 celulares durante revista dentro do minipresídio de Cacoal, RO

Operação aconteceu nesta semana. Segundo a Polícia Militar (PM), objetivo é coibir a criminalidade.

0
Real Turismo

Uma operação entre a Polícia Militar (PM) e a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) resultou na apreensão de 15 aparelhos celulares em meio a uma revista dentro do minipresídio de Cacoal (RO), município a 480 quilômetros de Porto Velho. A operação ocorreu durante esta semana e contou com o apoio de 70 policiais. Além dos celulares, pacotes de drogas foram apreendidos.

A revista contou ainda com o apoio do Curso de Formação de Sargentos, Patrulhamento Tático Móvel (Patamo), cães farejadores, agentes penitenciários e o Grupo de Ações Penitenciárias Especiais (Gape). De acordo com o capitão da Polícia Militar João Carlos Rodrigues Matos, o trabalho faz parte de uma ação de combate à criminalidade.

“A ideia do trabalho é inibir a prática do crime, onde esses celulares são utilizados por detentos de dentro do presídio para darem ordens a pessoas que estão fora do presídio, dando continuidade a criminalidade”, explicou Matos.

Segundo o diretor do minipresídio da cidade, Thiago Costa Maia, há algum tempo foi proibida a revista intima, o que dificulta o trabalho de inibir a entrada de materiais ilícitos dentro do presídio.

“Há várias formas de levar os celulares para dentro do presídio: pelos visitantes ou arremessar por cima do muro para dentro da casa de detenção, o que acontece de forma rotineira. Por isso é preciso fazer essas revistas rotineiras na intenção de coibir os crimes”, explicou Thiago. A revista foi realizada nas celas do regime fechado.

Fuga

No dia 20 de março, 14 detentos participação de uma fuga em massa. Três deles continuam foragidos. Os apenados cavaram um túnel, de aproximadamente quatro metros, pularam um muro e fugiram.

A fuga foi percebida por volta de 1h, após os policiais receberem uma denúncia anônima, informando um movimento atípico próximo a delegacia.

À época, a PM afirmou que nenhum movimento anormal dos detentos foi observado pelos agentes penitenciários ou policiais dentro do presídio.

Para cavar o túnel, os policiais acreditam que os presos usaram ferramentas artesanais, como “chuchos”. Para isso, levaram de um a dois dias. Após perceberem a fuga, os agentes iniciaram uma operação de recaptura.

por G1/RO
da G1/RO

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Vamos supor que você está bem com isso, mas você pode optar por sair, se desejar. AceitarVeja Mais