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29
nov
2020

REMÉDIO AMARGO PARA A POPULAÇÃO, NÃO PARA O GOVERNO

O governo brasileira está tomando duras medidas para tentar reequilibrar a economia. Não havia outro caminho, depois que a própria administração fez uma gastança inominável e, como dinheiro não dá em árvore, se sabia que mais cedo ou mais tarde o remédio amargo teria que ser aplicado. Poderá ser ainda pior, daqui para a frente, porque mesmo com todas as decisões tomadas, elas ainda podem ser insuficientes para recolocar o país nos eixos. Depois do estelionato eleitoral, porque a presidente Dilma está fazendo exatamente  o que disse que não faria, a situação tende a piorar, caso não sejam dadas ao doente os medicamentos mais difíceis de engolir. Não são só os aumentos absurdos das tarifas, dos combustíveis e dos preços de centenas de produtos, que podem desaguar num previsível aumento da inflação. Os cortes nos direitos trabalhistas também já começaram. Vão chegar a outros programas sociais e, se não houver um aperto muito drástico de cintos do próprio governo e dos demais poderes, vai chegar com força, por exemplo, no Bolsa Família, considerado importante para os pobres, mas com um claro viés eleitoral.

O que não se compreende, até agora, é como não foi tomada nenhuma medida que represente corte real dos gastos da administração pública. Manter 39 ministérios, por exemplo, num momento em que o país está de cintos apertados e sua população angustiada com tudo o que está acontecendo, é um acinte, um desrespeito, prova de que não importa o que aconteça, o governo continuará obeso e compartilhado com a “cumpanherada”  e seus aliados. Enquanto não houver um corte drástico na carne gordurosa do próprio governo, não se pode acreditar que haverá solução para o país. Até porque o povo já não tem mais de onde tirar, para pagar tanta exploração que tem sofrido há tantos anos.

 

CARAS NOVAS

Além dos deputados reeleitos várias vezes e bastante conhecidos, assumiram pela primeira vez na Assembleia novas lideranças, algumas já rostos fáceis de identificar, outros praticamente desconhecidos. São  estreantes no parlamento estadual: Rosângela Donadon, Laerte Gomes, Só na Bença, Lazinho da Fetagro, Aelcio da TV, Dr. Neidson de Guajará, Cleiton Roque, Jesuino Boabaid, Léo Moraes, Alex Redano, Airton Gurgacz e Ezequiel Júnior. Lúcia Tereza, que está entre os novos parlamentares eleitos, já foi deputada.

 

CORREDORES LOTADOS

 

Fervilha a Assembleia Legislativa. Corredores lotados, gabinetes com movimentação intensa, muita gente a procura dos novos e antigos deputados. Gente cobrando promessas, cargos e outras coisas mais, como sempre. Nos primeiros dias de novas legislaturas é sempre assim, até que as coisas se acomodem e todos ocupem os seus espaços. O presidente Maurão de Carvalho já começou a trabalhar duro, para montar sua equipe e fazer as coisas andarem. A Assembleia começa vida nova, cheia de planos e com muitos desafios pela frente.

 

ESPAÇO AO PT

 

O governador Confúcio Moura ainda está tentando encontrar uma solução para abrir espaço para o PT, dentro do seu governo. Com a divisão do DER em dois, o DEOSP pode ser petista. O DER, ao menos até ontem, ainda estaria destinado ao deputado Lebrão. Mas como nada está fechado oficialmente, ainda pode haver reviravoltas nesta história. A intenção de Confúcio é abrir espaço para o deputado petista Lazinho da Fetagro, levando para a  Assembleia um suplente do PT.

 

HISTÓRIA DE AMOR

Entre tantas histórias de violência, crimes e mortes e tristezas, enfim uma história alegre e positiva, que mereceu grande destaque na semana passada, em toda a Rondônia. O amor de dona Waldemira Rodrigues por seu filho Jackson, de 24 anos, foi tornado público porque ela doou um rim para fazer o próprio filho renascer. O transplante foi realizado com grande sucesso pela competente equipe do Hospital de Base. O secretário Williames Pimentel comemorou o feito e se emocionou ao falar na demonstração do amor maternal…

PAULO AYRES E WALDIR

Profissionalizado e com uma equipe de jornalistas bastante qualificada, a área de comunicações da Assembleia Legislativa troca de mãos, com a posse de Maurão de Carvalho na presidência. Sai o competente e dedicado Paulo Ayres, que conseguiu fazer um bom trabalho, mesmo com toda a pressão que sofreu e entra o experiente e respeitado Waldir Costa. O trabalho de imprensa da ALE vai ser ampliado e Waldir tem certeza de que contará com o aval de Maurão para melhorar ainda mais as relações entre parlamento e população, via mídia…

CIDADE RUIM

 

Repercutiu na Assembleia informações publicadas nesta coluna sobre pesquisa da revista Exame, que coloca Porto Velho como a quarta cidade pior do Brasil. Só ganha de Ananindeua, no Pará e de duas cidades do interior do Rio de Janeiro, conhecidas e reconhecidas pela péssima qualidade de vida de suas populações. O deputado Adelino Folador (campeão de votos na reeleição), criticou duramente a administração anterior do prefeito Roberto Sobrinho, amenizou um pouco para Mauro Nazif, mas culpou também o Governo do Estado.

 

PERGUNTINHA

Será que ninguém no Dnit e no Ministério dos Transportes detectou que o projeto do viaduto do Trevo do Roque, em Porto Velho, estava com uma altura menor do que a exigida para BRs?

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