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18
set
2020

Rondônia registra 1.096 casos de Covid-19 em 24h e mais 22 mortes nesta terça-feira, 11

Mais 1.096 casos do novo coronavírus foram registrados em Rondônia nesta terça-feira (11), chegando a 45.468 diagnósticos em todo o estado. Os dados foram divulgados em boletim da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

estado também registrou outras 22 mortes pela Covid-19, e já contabilizada 966 óbitos. As mortes foram em:

  • 12 em Porto Velho – sete homens, com 51, 58, 59, 65, 68, 83 e 86 anos, e cinco mulheres, de 39, 57, 64, 82 e 87 anos;
  • 2 em Guajará-Mirim – mulheres de 71 e 96 anos;
  • 1 em Ariquemes – mulher de 62 anos;
  • 1 em Cerejeiras – mulher de 38 anos;
  • 1 em Corumbiara – homem de 50 anos;
  • 1 em Costa Marques – homem de 73 anos;
  • 1 em Itapuã do Oeste – mulher de 38 anos;
  • 1 em Jaru – homem de 85 anos;
  • 1 em Ji-Paraná – homem de 22 anos;
  • 1 em Vilhena – homem de 32 anos.

Ainda segundo a Sesau, foram constatados 24 óbitos no total. Os dois óbitos de diferença se devem a um caso de Rolim de Moura que tinha sido informado, mas após investigação verificou-se que o paciente é do município de Humaitá. A outra situação é de um paciente de Porto Velho que já havia sido informado como óbito e na realidade foi uma classificação inadequada na hora do encerramento da ficha.

As cidades com maior número de óbitos registrados são:

  • Porto Velho – 592
  • Guajará-Mirim – 75
  • Ariquemes – 52
  • Vilhena – 28
  • Ji-Paraná – 27

Já as cidades com maior número de casos confirmados são: Porto Velho (24.166), Ariquemes (3.293), Guajará-Mirim (2.485), Vilhena (1.956) e Ji-Paraná (1.346).

Também foi informado que o estado tem:

  • 37.651 pacientes recuperados
  • 6.851 casos ativos
  • 399 pacientes internados
  • 140.500 testes realizados
  • 1.552 aguardando resultados dos exames no Lacen

Nesta segunda-feira (10), dos 214 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adultos disponíveis na rede pública do estado, 135 estão sendo utilizados, o que representa uma lotação de 63%.

A situação é mais crítica na macrorregião II, que atende municípios do centro-sul do estado e engloba os hospitais de Cacoal, Vilhena e São Francisco do Guaporé. Nessa região, a taxa de ocupação está em 80%, sendo que o Hospital Regional de Cacoal (HRC), que é referência para o tratamento da doença, não tem leitos disponíveis.

Fonte: G1

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