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UTI pediátrica do Hospital Regional de Cacoal permite presença integral do familiar junto ao paciente

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Andréia Laurindo da Silva é da cidade de Espigão D’Oeste e está com o filho internado na UTI Pediátrica do Hospital Regional de Cacoal (HRC). A criança ficou internada durante 12 dias em outro hospital, onde a mãe só podia ver o filho no horário de visitas.

“Não poder acompanhar, ter que ir embora e passar a noite preocupada era muito ruim. Fiquei muito feliz quando ele foi transferido. É muito bom poder acompanhar 24 horas e saber como meu filho está. Ele também fica mais calmo com a minha presença”, conta Andréia.

A mãe ainda comenta que por não morar em Cacoal, se não pudesse dormir e fazer todas as refeições no hospital, ela teria dificuldades. “Eu teria que gastar com hotel e alimentação, o que ficaria muito caro”.

A UTI Pediátrica do HRC completou quatro anos da sua inauguração. Desde que foi implantada, tem seguido o modelo de UTI humanizada. Este modelo consiste em uma adequação para que o acompanhante da criança possa permanecer na UTI em tempo integral. Neste período, 451 crianças foram internadas, 41 foram transferidas pra Porto Velho, ou outro estado, e 353 receberam alta.

O coordenador da UTI Pediátrica, o médico Claudemir Monteiro de Barros,  lembra que existem protocolos e orientações do Ministério da Saúde e também da AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira) pra que se tenha nestas unidades um processo de humanização.

 

“Já existem diversos estudos que comprovam que a presença do familiar junto com a criança, dentro da UTI, melhora significativamente o tratamento, amenizando os fatores estressantes da doença, dos procedimentos e da hospitalização”, afirma o diretor do COHREC.

 

A UTI Pediátrica do HRC conta com uma equipe multiprofissional composta por médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, e fisioterapeutas, além de também contar com o apoio da assistência social e dos psicólogos, todos trabalhando em conjunto e de forma interdisciplinar no acolhimento das necessidades não só do paciente como também dos familiares.

por Secom
da Secom

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